28 de julho de 2020

Frase do dia

As grandes coisas não são feitas por impulso, mas através de uma série de pequenas coisas acumuladas. (Vincent Van Gogh)

Sugestão

Sugere um leitor do blog via área de comentários: “Sou morador de Itacuruça e há muito tempo tenho a ideia para que seja implementado não só em Itacuruça, mas também em outros distritos o transporte tipo jardineira… pois iria melhorar o acesso à orla para principalmente os moradores que tem carro e não conseguem vaga nos finais de semana de sol. Quando se fala em incrementar o turismo tenho a certeza que este tipo de transporte ajudaria muito. Torço para que isto ocorra em nosso distrito. Sem mais. Abraços. Jorge Feliciano.”

De volta para o futuro

A sugestão do leitor realmente poderia facilitar, em muito, os deslocamentos dentro do distrito. Poderia ser aperfeiçoada, inclusive, com a implantação de um estacionamento público municipal para visitantes (fora do distrito) e o traslado para a praia através de jardineiras. A ideia não é nova, inclusive já existiu uma jardineirinha desse tipo em Itacuruçá, puxada a trator.

De volta para o passado

Quem saiu cedinho de casa nesse último final de semana constatou que a reabertura do distrito para visitantes também trouxe de volta dezenas de “flanelinhas” oferecendo vagas de estacionamento nas ruas.

Guarda Municipal

Iniciou ontem dia 27 de julho de 2020 mais um modelo de Patrulhamento Preventivo da Guarda Municipal de Mangaratiba: A Ronda Maria da Penha. Este modelo de patrulhamento é voltado para o cumprimento das medidas de proteção e prevenção previstas na Lei 11340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, que versa sobre a violência doméstica contra mulher. Já no primeiro dia de implantação, a nova Ronda Maria da Penha, teve de intervir num caso de descumprimento de medida restritiva na Serra do piloto. Segundo informado, após o flagrante, o indivíduo foi conduzido à 165 Delegacia de Mangaratiba.

Parábola

Uma garota bonita chamada Lola foi ao campo e comprou um burro de um velho fazendeiro por 300 Reais. O velho concordou em entregar o animal para ela no dia seguinte. Mas, no dia seguinte o camponês disse-lhe: Desculpe, Lola, mas tenho más notícias: O burro morreu. Bem, Lola disse, então me devolva meu dinheiro. O vendedor respondeu: Não posso. Eu já gastei. Lola disse-lhe: Bem. Apenas me dê o burro. E para quê? Perguntou o velho. O que você vai fazer com ele? Eu vou sortear, respondeu Lola. Você é louca, como vai sortear um burro morto? É só que eu não vou contar a ninguém que ele está morto, é claro. Um mês após esse evento, o camponês encontrou Lola novamente e perguntou: O que aconteceu com o burro? Lola respondeu: Eu sorteei, vendi 500 números a 20 Reais cada e faturei 10.000 Reais. E ninguém reclamou? Perguntou o velho. Apenas o vencedor, disse Lola, mas eu devolvi os 20 reis dele. Lola cresceu e de repente se tornou política. Foi prefeita, governadora, deputada e depois ministra, e da mesma maneira ela usou o dinheiro de todos. E esse dinheiro foi para seus bolsos! E todos sabemos como uma mulher, que durante sua vida nunca trabalhou como Deus pretendia, nem fez nada produtivo, agora é muito rica porque encontrou muitos burros mortos no caminho e seguiu rifando-os para muitas pessoas ingênuas. Mas a melhor parte dessa história é que ela continua encontrando mais burros mortos. (Autor anônimo)

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

2 comentários em “28 de julho de 2020”

  1. Caro Prof. Lauro e leitores,

    Gostei da parábola ao final da postagem, a qual nos mostra como uma geração passa para a outra seus vícios de caráter.

    Tudo poderia ter se resolvido corretamente no começo do episódio com a conformação de Lola pela regra antiga da “res perit domino” (a coisa perece para o dono). Pois, afinal, se o burro morreu, sem culpa do vendedor, mesmo ocorrendo antes da tradição (a entrega da coisa), quem sofrerá a perda será a compradora e a obrigação se resolverá, ressalvados os direitos da Lola até o dia da perda. Aliás, é o que o artigo 238 do atual Código Civil dispõe, o qual reproduz fielmente o artigo 869 do Código de 1916 do grande jurista cearense Clóvis Beviláqua que viveu entre os séculos XIX e XX. Só que estamos a falar aqui de um instituto jurídico bem antigo e que vem lá da época de Roma e, talvez, do direito mesopotâmio (segundo milênio a.e.c)…

    Fato é que as pessoas não querem aceitar tranquilamente as suas perdas e nem querem defender o certo. Na parábola, o vendedor não devia nada à compradora, mas, na certa, desconhecia até essa regra que muitos alunos do curso de Direito consideram injusta, mas que foi adotada para se resolver conflitos que envolvam a responsabilidade das partes nos negócios.

    Ora, no exemplo acima, o velho cria um problema jurídico ainda maior e que poderia lhe render uma denúncia criminal do Ministério Público, pois sabia que o burro estava morto, e também geraria o dever de indenizar por danos morais ao consumidor lesado… Porém, o que gera perplexidade é que, neste momento, o vendedor do burro entendeu que havia algo de ilícito na proposta de Lola. Porém, acabou gostando da sugestão e se deixou corromper interiormente (se é que já não cometia antes seus delitos).

    Entretanto, o problema maior está no mau exemplo que a Lola recebe do homem, uma vez que ele nem ao menos esconde da menina os seus maus feitos e pratica uma inversão de valores. E, se antes ele havia reprovado a proposta dela, depois resolveu colocar em prática o que havia considerado errado.

    Inegável que essa deturpação do caráter vai se perpetuando dentro de uma cultura. Possivelmente o velho morreu e Lola lesou mais gente do que ele, vendendo expectativas falsas a uma população que podem ir desde o sorteio de um automóvel para quem paga o IPTU em dia até as promessas de emprego numa prefeitura, de conclusão de obras que ficarão paralisadas no dia seguinte ao resultado das eleições, dentre outras coisas que encontramos por aí…

    Ótima tarde de terça-feira a todos!

    1. Em tempo! Relendo o artigo, verifiquei que foia Lola quem rifou o burro morto e não o fazendeiro, como havia equivocadamente entendido ao fazer meu primeiro comentário. Mas pode publicar o que postei junto com esse sendo que, no caso, o velho passa a ser uma pessoa justa enquanto a Lola… (rsrsrs)

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