11 de maio de 2020

Frase do dia

Acontece que, para ter o que desejamos, é melhor não falar do que queremos. (William Shakespeare)

Caminhão da Caixa

A Unidade Móvel da Caixa Econômica Federal estacionou em Mangaratiba no sábado e partir de hoje fará o atendimento exclusivo aos moradores do município que foram beneficiados pelo auxílio emergencial do governo federal. O caminhão ficará na cidade até 15 de maio. A unidade está estacionada na Praça Robert Olympio Simões, no centro da cidade. Os atendimentos vão acontecer das 8h às 14h. A ação conta com o apoio da Prefeitura de Mangaratiba e diversas Secretarias Municipais. Dentro do ônibus existem dois caixas eletrônicos e atendentes para que os saques possam ser feitos no local.

Quem tem competência

Parceria da Prefeitura de Itaguaí com a agência da Caixa, em Itaguaí, permitiu, na última sexta-feira, cerca de 500 atendimentos com dignidade e conforto para a população, sem aglomerações. Bastou fechar uma rua, instalar um toldo para proteger do tempo e disponibilizar cadeiras devidamente espaçadas.

Quem não tem competência

No dia em que estava sendo inaugurado, o hospital de Campanha no Maracanã sofreu um princípio de incêndio. De acordo com as autoridades, o incidente foi provocado por um curto-circuito. Enquanto isso, na tarde de sexta-feira, dois pacientes internados no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari morreram, após faltar eletricidade na unidade de saúde durante cerca de cinco minutos. Mensagens trocadas por funcionários do hospital em redes sociais atribuem as mortes à falta de luz, porque os geradores de energia não teriam funcionado adequadamente e alguns dos respiradores estariam sem bateria. A direção do hospital afirma que os equipamentos passaram a funcionar com bateria própria e nega a ligação entre os dois fatos, mas informou que uma sindicância vai apurar os fatos. (Fonte: R7)

Quem não tem competência II

O Rio está à beira do colapso no sistema de saúde por um erro de estratégia do prefeito Marcelo Crivella. Quem garante é o sanitarista da Fiocruz e ex-secretário de Saúde do município, Daniel Soranz. Segundo o médico, a decisão de montar hospitais de campanha não poderia ter sido mais equivocada, já que atualmente há 1705 leitos prontinhos para receber a população nos hospitais públicos da cidade, mas impedidos de funcionar por falta de profissionais. Isso sem falar nos outros 999 leitos também em condições de atender pacientes, atualmente fora de uso por causa da suspensão de cirurgias eletivas. Só no Ronaldo Gazolla, em Acari, há 150 leitos inativos. A prefeitura sabe disso, mas prefere investir nos hospitais de campanha, afirma Daniel. (Fonte Veja Rio)

Segue

Segundo o sanitarista: “Diariamente nós vemos na TV cenas fortes, de doentes agonizando na porta e nos corredores dos hospitais públicos da cidade. Eles estão com 90% de seus leitos de UTI ocupados e não dão conta da demanda mesmo nos casos menos graves. Se há tantos leitos vazios, o que acontece? De dezembro de 2016 a fevereiro de 2020, seis mil profissionais da saúde do município foram demitidos. Por falta de recursos humanos, 1705 leitos na rede pública não podem ser usados. Leitos no Souza Aguiar, no Miguel Couto, no Albert Schweitzer, por exemplo, foram  reformados e reestruturados para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Estão novinhos, mas foram fechados em 2017.  Se readmitisse estes profissionais e os colocasse para trabalhar em estruturas já existentes, nossa situação estaria muito melhor”.

Copie e cole

A notícia é do ano de 2019. Observe-se, no entanto, que se mudarmos apenas a palavra “hipertensão” por “coronavírus”, poderia ser datada como de hoje, sem nenhuma outra modificação: “Nessa sexta-feira, o Ministério da Saúde divulgou novos dados sobre hipertensão. Em 2018, 24,7% da população que vive nas capitais brasileiras afirmaram ter diagnóstico de hipertensão. Os novos dados Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico mostram também que a parcela da sociedade mais afetada é formada por idosos: 60,9% dos entrevistados com idade acima de 65 anos disseram ser hipertensos, assim como 49,5% na faixa etária de 45 a 54 anos. Essa última edição da pesquisa foi realizada por telefone com 52.395 pessoas maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro do ano passado. Dados preliminares do Sistema de Informações de Mortalidade, do Ministério da Saúde, também mostram que, em 2017, o Brasil registrou 141.878 mortes devido à hipertensão ou a causas relacionadas a ela. Esse número revela uma realidade preocupante: todos os dias 388,7 pessoas se tornam vítimas fatais da doença, o que significa 16,2 óbitos a cada hora. Grande parte dessas mortes é evitável e 37% dessas mortes são precoces, ou seja, em pessoas com menos de 70 anos de idade.”

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

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