05 de maio de 2020

Frase do dia

A recomeçar, recomeçar, como canções e epidemias. A recomeçar como as colheitas, como a lua e a covardia. A recomeçar como a paixão e o fogo. (Caça à raposa – Aldir Blanc)

Informe da prefeitura

A Prefeitura de Mangaratiba irá iniciar nesta terça-feira (05) a entrega do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico, Artesãos e Ambulantes Legais cadastrados na Secretaria de Fazenda. O voucher de alimentação vale R$ 72 reais e só poderá ser utilizado em mercados credenciados (lista abaixo). A distribuição vai acontecer das 8h às 16 nos CRAS de Itacuruçá, Conceição de Jacareí, Muriqui, Praia do Saco e Centro de Mangaratiba. Os moradores da Serra do Piloto serão atendidos no CRAS do Centro de Mangaratiba. A entrega será realizada por ordem alfabética, de acordo com a letra inicial do nome dos beneficiados, e no seguinte cronograma: – Dia 05 de maio – Das Letras A a D – Dia 06 de maio – Das Letras E a K – Dia 07 de maio – Das Letras L a N – Dia 08 de maio – Das Letras O a Z. Para receber o voucher é preciso apresentar documento de identificação com foto e o CPF, e estar de máscara.

Segue

A utilização do benefício só será permitida nos mercados e estabelecimentos comerciais credenciados e listados abaixo. O voucher de alimentação, no valor de R$ 72 reais, é um auxílio emergencial promovido pela Prefeitura de Mangaratiba com objetivo de minimizar os impactos causados pela Pandemia do COVID-19. Confira a lista de mercados participantes: Mercado Belot – Unidos Praia do Saco; Mercado Belot – Unidos El Ranchito; Mercadinho Costa Verde – JMS – Nova Mangaratiba; Mercado Ideal – Conceição de Jacareí; Mercado Ideal Filial – Conceição de Jacareí; Mercado Du Bairro Guia – Multi Market – Centro; Mercado Líder – Poup Market – Praia do Saco; Mercado Líder – Poup Market – Ibicuí; Mercado Três Irmãos – Itacuruçá; A de A Moreira Mercearia – Preço Bom – Muriqui; Nonato e Ana – Muriqui; Supermercado Costa Verde – Muriqui; Mercado JM Lisamar – Conceição de Jacareí; Mercado Vitória – Itacuruçá.

Haja dinheiro

Desde 13 de março, quando saiu a primeira medida provisória destinada ao combate à covid-19 — a MP 924, que autorizou R$ 5 bilhões em créditos extraordinários para os ministérios da Saúde e da Educação — o Palácio do Planalto emitiu uma média de mais de uma MP por dia útil — 36 em 32 dias. Tradicionalmente, o Poder Executivo assina apenas uma por semana. Das 35 peças voltadas à pandemia, 14 são aberturas de créditos extraordinários. Elas totalizam, até agora, repasses de R$ 252,8 bilhões para ministérios, estados e municípios, empresas e cidadãos. Para agilizar a análise das demais MPs, cujo conteúdo precisa ser debatido e modificado pelos parlamentares, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu que as medidas de crédito não serão votadas. Isso não impacta os repasses, que são feitos imediatamente e não são afetados pela perda de vigência da MP.

Haja dinheiro II

Além dos créditos extraordinários, as MPs relacionadas à pandemia de coronavírus incluem a criação de programas para manutenção de empregos durante a crise, por meio de linhas de crédito para empresas (MP 944) e compartilhamento de encargos trabalhistas (MP 936); medidas para os setores de energia (MP 950), turismo e cultura (MP 948), portos (MP 945) e telecomunicações (MP 952); a liberação de recursos do FGTS (MP 946); a recomposição dos fundos de participação dos estados e dos municípios (MP 938); a simplificação de compras públicas (MP 951); e a facilitação de acesso ao crédito (MP 958). (Diário do poder)

Amigo é pra essas coisas

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

Uma consideração sobre “05 de maio de 2020”

  1. Caro Prof. Lauro e leitores.

    Verdade seja dita que o governo federal gastou até o fim de abril pouco mais de 23% dos R$ 253 bilhões destinados a combater o coronavírus. Essas despesas pagas somaram até então R$ 58,6 bilhões, conforme página de transparência com o monitoramento dos gastos da União com o novo coronavírus.

    Penso que a vida humana vale muito mais do que cifras e do que números da economia. Por isso, considero que era para o Brasil, nesse momento crítico, investir ainda mais no bem estar da sociedade, evitando que pessoas tentem trabalhar quando, na verdade, precisam permanecer nas suas casas.

    Fato é que, se as pessoas não colaborarem cumprindo as medidas de isolamento e de afastamento social, essa pandemia poderá durar ainda mais tempo no país como novas ondas e mais casos de infecção causando um colapso nos hospitais e mortes. Até porque não existe ainda vacina para o vírus.

    Por outro lado, há que se estudar maneiras da economia tornar a se desenvolver com as pessoas trabalhando e consumindo em casa, recebendo o dinheiro nas contas bancárias e fazendo compras pelo cartão ou através de aplicativos. Até porque pegar em dinheiro ajuda a propagar o vírus.

    Até que haja a cura, as pessoas precisarão sair às ruas de máscara e seguirem um protocolo para poder comprar nos estabelecimentos e atender o público, sendo que o mesmo deve valer para os serviços públicos que, dentro das novas condições precisam ser retomados com o mínimo de atividades presenciais.

    Além do mais, há que se potencializar ao máximo a ciência permitindo que robôs e computadores façam o trabalho do ser humano. E embora, por um lado, a tecnologia seja o motor fundamental para o desenvolvimento, por outro, vai criar um abismo ainda maior de desigualdade com a exclusão de milhões de empregos em que menos da metade seja recuperado e daí a importância da assistência social ampliada para que esses seres humanos sejam sustentados e ocupados sem riscos sociais de vulnerabilidade.

    Concluo dizendo que a COVID-19, apesar de todos os males, está servindo para acelerar a evolução social, econômica e política do planeta, fazendo com que vivamos uma década em meses de modo que até a expectativa de vida da população mundial idosa poderá ficar 10 anos abaixo do que era antes.

    Todavia, vejo uma luz no fim do túnel pois acredito que haverá vacina e que, quando retornarmos à normalidade com segurança, talvez daqui uns dois anos, novos padrões de convivência social, de consumo, de trabalho, de prestação de serviços públicos e até de política estarão estabelecidos, com a possibilidade de recuperação do tempo perdido com mais qualidade de vida.

    Ótima terça-feira a todos!

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