12 de março de 2020

Frase do dia

A esperança é o sonho do homem acordado. (Aristóteles)

Defensoria nas ilhas

Divulgado o balanço da atuação da secretaria de Ação Social, em parceria com a Defensoria pública do estado do Rio de Janeiro na Gamboa, ilha de Itacuruçá, realizada no último sábado. Mais de trezentos atendimentos realizados. Chama a atenção o alto número de pessoas querendo casar: quinze habilitações para casamento e dezesseis conversões de união estável em casamento.

Suplente

A propósito de informações veiculadas nas redes sociais afirmando que o suplente de vereador Capitão Itamar, mais conhecido como “Buco” estaria em vias de assumir uma cadeira na câmara municipal de Mangaratiba, informa ele mesmo ao blog que a possibilidade sempre é existente, vez que ele é o primeiro suplente, no entanto, que nada existe de concreto até o momento. Por enquanto, “tudo como d’antes”.

Engarrafamento

Quem se deslocou ontem de Mangaratiba para Itaguaí ou Rio de Janeiro na parte da manhã, teve de enfrentar um longo engarrafamento na rodovia Rio Santos, na altura da Nuclep. O motivo foi o deslocamento de gigantescos anéis de submarinos do programa Prosub..

Ministério público

O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro divulga os canais para receber comunicações e denúncias de danos ao meio ambiente e ao patrimônio público, desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, má prestação de serviços públicos, compra de voto, abusos de autoridade, maus tratos a idosos, crianças e deficientes físicos, e de vários tipos de crimes como pedofilia, corrupção, pirataria, atuação de milícias, violência sexual, entre outros.Telefone de atendimento número 127.

Defensoria Pública

Atendimento ao cidadão: 129, (21) 2332-6224, ou em sua sede à Av. Marechal Câmara, 314 – CEP 20020-080 – Centro, RJ

Para pensar

No meio de uma aula, numa universidade, um dos alunos, inesperadamente, perguntou ao professor: Você sabe como os porcos selvagens são capturados? O professor achou que era uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem respondeu que não era uma piada, e com seriedade começou a sua dissertação: Para capturar porcos selvagens, primeiro localiza-se um lugar na floresta onde os porcos selvagens costumam ir, e lá é colocado diariamente um pouco de milho no chão. Assim, os porcos selvagens vêm todos os dias comer o milho “grátis” e, quando se acostumam a vir diariamente, você vai construindo uma cerca ao redor do lugar onde se acostumaram a comer, um lado de cada vez. Quando eles se acostumam com um lado da cerca, eles voltam para comer o milho, e você constrói outro lado da cerca. Eles voltam a se acostumar e voltam a comer. Você vai construindo a cerca ao redor, pouco a pouco, até instalar os quatro lados do cercado em torno dos porcos. No final, instala uma porta do último lado. Os porcos já estão habituados ao milho fácil e às cercas, e assim começam a vir sozinhos pela entrada. É então que você fecha o portão e captura todo o grupo. Simples assim, passo a passo, até que no último segundo os porcos perdem a sua liberdade. Eles começam a correr em círculos dentro da cerca, mas já estão presos. Depois, começam a comer o milho fácil e gratuito. Eles se acostumam tanto com isso que se esquecem de como caçar por si mesmos, e por isso aceitam a escravidão. Até eles se mostram gratos com seus captores e, durante gerações vão felizes para o matadouro. Nem sequer desconfiam que a mão que os alimenta é a mesma que os mata. O jovem comentou ao professor que era exatamente isso que ele via que acontecia no seu país, na sua província, na sua cidade, com o seu povo. Os governos populistas, nos seus projetos ditatoriais, escondidos sob o manto “democrático”, lançaram milho gratuito durante tempo suficiente para alcançar a mansidão sistemática. E cada novo “Governo Salvador” disfarça de “programas sociais” suas esmolas, dá dinheiro que tira do bolso do próprio trabalhador, realiza missões, planos, indulgências, leis de “proteção”, subsídios para qualquer coisa, expropriações indevidas, programas de “bem-estar social”, festas, feiras ou festivais, uniformes, pão e circo, transporte “grátis”. Toda aquela “gratuidade” que nos oferecem tais golpistas, disfarçados de políticos, cheia de felicidade a um povo mal acostumado com as migalhas do milho fácil e “gratuito”. Roubam-nos a capacidade de sermos críticos, pensantes e pessoas empreendedoras. No entanto, claro que nada nos saiu de graça. Consequentemente, “não existe almoço grátis”! Finalmente, se você perceber que toda essa maravilhosa “ajuda” governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia no nosso país, você deve partilhar esta mensagem. Ou cruze os braços e coma também o milho e espere pela matança.

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

2 comentários em “12 de março de 2020”

  1. Moradores da ilha, deveriam de voltar seus olhos para terem uma solução, com relação a suas moradias e crescimento desordenado que transformou a Gamboa em uma grande comunidade, muita das vezes até perigosa.
    Saiam da bolha e busquem seus direitos, perderam uma grande chance de tutelar pela legalização imobiliária.

  2. Bom dia , Prof. Lauro.

    Lendo a sua nota sobre o Ministério Público, apenas solicito que retifique a informação para constar que o telefone de atendimento de lá é o 127 e não o 129. Este é o da Defensoria Pública.

    O mesmo também deve ser feito em relação ao endereço que, embora se situe na mesma avenida, trata-se do número 370 pois o 314 é onde fica a sede da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro assim como é de lá o telefone (21) 2332-6224, não do MP.

    Importante acrescentar também que as comunicações também podem ser encaminhadas eletronicamente para a sua Ouvidoria cujo link é este: http://www.mprj.mp.br/comunicacao/ouvidoria

    Ressalto que o telefone 127 também se encontra à serviço da Ouvidoria do MP.

    Ótima quinta-feira!

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