29 de outubro de 2019

Frase do dia

Discutiríamos muito menos neste mundo, se as palavras fossem tomadas pelo que realmente são: apenas sinais das nossas ideias. (John Locke)

Choque de ordem

Manifestações através das redes sociais informaram ter acontecido uma ação de “choque de ordem” na orla de Muriqui no último sábado na qual chegou a ser proibida atividades de música ao vivo. Outro internauta destacou, na manhã de domingo, a barreira de fiscalização e proibição de entrada de ônibus de turismo, excursões e Vans que não tivessem com taxa de circulação devidamente paga. Na segunda-feira, feriado do dia do servidor público, as administrações municipais dos distritos trabalharam, deixando as cidades limpas e organizadas logo pela manhã para receber turistas. Poucos vieram, mais parecia uma segunda-feira comum.

Horário de trabalho

A propósito da postagem da semana passada a respeito dos equipamentos culturais do município ficarem fechados nos finais de semana e feriados e, de outra parte, o comentário do leitor do blog Rodrigo Âncora da Luz sugerindo que até mesmo o comércio deveria considerar a possibilidade de estabelecer um horário de funcionamento diferenciado para os finais de semana e feriados, um leitor do blog registrou: “Me surpreendeu, quando fui visitar a cidade de Bariloche, na Patagônia Argentina, que, por lá, o comércio regular funciona até à meia-noite. Perguntando a um lojista local ele explicou que, durante o dia, os turistas passam praticamente todo o dia visitando as montanhas nevadas ou o lago Nahuel Huapi. Só resta espaço para a venda de lembranças, camisetas ou artesanato no período da noite, horário em que os visitantes passeiam pelas ruas da cidade após o jantar.”

A propósito

Com uma população estimada em cento e trinta mil habitantes (apenas três vezes maior que Mangaratiba) a principal atividade econômica de Bariloche, há muitas décadas, é o turismo. Seu comércio, voltado para o turismo, é principalmente de artigos de lã, couro e chocolates. Já por aqui, apesar da vocação eminentemente turística do município, mais parecemos uma cidade “esquizofrênica”, que faz de tudo para afastar o turista e considera “um emprego na prefeitura” grande vitória.

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

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