11/12 de novembro de 2018

Frase do dia

Tudo tem o seu tempo. Tudo vem a seu tempo. É preciso dar o tempo necessário para crescer, brotar, florescer. Aceitar o ciclo da vida, respeitar o fluxo do tempo, observar o tempo passar e esperar o tempo certo pra plantar, pra colher, pra agir, pra seguir, pra aprender. (Anônimo)

As sirenes

Boa parte do distrito de Itacuruçá não entendeu o motivo do acionamento das sirenes que indicam emergência de chuvas e possibilidade de escorregamento de encostas no dia de ontem, vez que estávamos em um dia de tempo bom, sem nuvens e sol forte.

Ainda as sirenes

No Parque Bela Vista, na sede do Município de Mangaratiba, a ressonância das sirenes alarmadoras repercutiu beneficamente, porque, pelo menos, ficamos com a sensação de algum apoio oficial no caso de alguma provável emergência em caso de sinistro. (Alberto Rodrigues da Silva – Vice-Presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Parque Bela Vista)

Empresário e cidadão

Num gesto pouco comum no município, o empresário André Carvalho, responsável pela principal empresa de fornecimento de internet no distrito de Itacuruçá, aproveitando o processo de modernização de seu sistema, passou a oferecer internet de graça, via wi-fi, na região da praça da igreja. Nessa semana, ele anunciou que, a partir da semana que vem, os frequentadores da “Praça do Sapo” também já poderão usufruir de internet gratuita em alta velocidade e pelo apelo e receptividade da enquete realizada, levará também, até o final do mês, o acesso do “free Wi-Fi” para a Praça da Estação.

Vale o registro

Ao que consta, a luta do secretário Hugo Graçano pela manutenção da agência dos Correios em Muriqui conseguiu resultados positivos. Na última sexta-feira  foi anunciado que a agência vai sim continuar no distrito. O anúncio foi feito durante a visita e vistoria dos representantes dos Correios à nova loja onde o órgão será instalado, na Avenida Nações Unidas. Mesmo após acordo de cooperação assinado há cerca de três meses, quando a Prefeitura se comprometeu em ceder um espaço para o funcionamento da agência sem custos para o Correios, havia um impasse em relação a permanência dos serviços.

Vale o registro II

Também merece registro e aplausos a postura correta e coerente do prefeito interino, Charles Graçano, durante seu curto período à frente da prefeitura de Mangaratiba. Como ele mesmo afirmou ao tomar posse, ante a um confuso e conturbado momento político, sua missão era apenas a de “tocar o barco”, sem interferir no processo político àquela altura em alta ebulição.

Curiosidade

Um morador descobriu o motivo do desaparecimento dos “carros do ovo” nas ruas do município. Foi a concorrência desleal do supermercado Guanabara.

Fábrica de fakes

Na última quarta-feira, o prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella divulgou um vídeo nas redes sociais relatando ter recebido representantes da IndyCar para acertar a realização de uma etapa no Rio em 2020. Na postagem, há uma gravação com uma comitiva da categoria. O prefeito informou inclusive os locais por onde passaria o trajeto a ser percorrido pela categoria no município, cruzando trechos do Sambódromo e da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio. Crivella dizia também que a estimativa era de que cinco mil empregos provisórios fossem gerados com o evento.

Fábrica de fakes II

Dois dias após o prefeito do Rio de Janeiro anunciar que haveria uma etapa da Fórmula Indy na cidade em 2020, dirigentes da categoria negaram tal acordo. Foi o que afirmou o presidente de competição e operações da Indy, Jay Frye, em entrevista à agência de notícias “Associated Press”. O cartola negou a existência de qualquer acerto com o Poder Executivo do Rio. Segundo ele, a IndyCar não tem planos, neste momento, para correr no Rio em 2020. Recebemos telefonemas o tempo todo, o que é lisonjeiro. Mas não temos acordo para correr no Brasil”, disse Frye à AP.

Fábrica de fakes III

Em nota divulgada na última sexta-feira, após o desmentido por parte dos organizadores da Fórmula Indy, a Prefeitura do Rio, por meio de sua assessoria de comunicação, informou que ocorreu, essa semana, uma primeira reunião com representantes da categoria. Crivella afirma que “o Rio está habilitado para sediar (a prova) em 2020” e acrescenta que a cidade “vai dar todas as condições operacionais e legais para que o Rio volte a sediar uma corrida da Fórmula Indy”.

Aí é demais

Armas, drogas, gatonet, vans, gás, etcetera, já são áreas largamente dominadas pelas milícias no Rio de Janeiro. Todavia, a “gota d’água”, que deve transbordar o copo, vem da notícia de que a polícia descobriu outra fonte de renda da milícia: a fabricação de chope falsificado. Os barris adulterados eram distribuídos principalmente na Zona Oeste do Rio, de acordo as investigações, que duraram três meses. Agentes disfarçados filmaram a ação dos criminosos. Em uma imagem obtida com exclusividade, um homem aparece revendendo do chope falsificado. Ele vai a bares da Zona Oeste, principalmente Barra da Tijuca, e, sem saber, ele conversa com um policial e revela parte do esquema lucrativo. “Cara, vou te falar… Dá pra arrumar aí, por semana, dois mil, dois mil e quinhentos… Se souber trabalhar! Já conheci gente que vendeu quitinete pra comprar tudo de chopeira pra botar em barzinho, pra alugar. Dá muito dinheiro”, diz o revendedor. Um laudo obtido pela polícia atesta que o material coletado nos barris avaliados não é o chope anunciado para a venda. Em outro laudo, o material até era chope, mas estava vencido. Os policiais também flagraram a quadrilha entregando a bebida em bares e depósitos e, na última sexta-feira  chegaram a uma fábrica clandestina na entrada da comunidade da Asa Branca, em Curicica, Jacarepaguá. A Delegacia de Combate a Pirataria surpreendeu a quadrilha que estava no local. Aos policiais, dois homens contaram que enchiam o barril de chope com cerveja. Eles foram presos e levados para a delegacia. Os agentes também visitaram alguns dos restaurantes suspeitos de comprar o chope falsificado. Eles recolheram barris e uma nota fiscal para amostras. A polícia quer saber se bares participavam do esquema ou eram obrigados a vender a bebida dos milicianos.

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

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