17 de fevereiro de 2018

Frase do dia

Digamos não a uma economia de exclusão e desigualdade, onde o dinheiro reina em vez de servir. Esta economia mata. (Papa Francisco)

Horário de verão

Termina hoje, à meia noite, a edição 2017/18 do horário de verão. Iniciado em 15 de outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo. À meia-noite, entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-.

Profético

Não vai demorar muito para os esquerdopatas começarem a gritar que a intervenção militar no Rio de Janeiro é o início de um golpe militar no Brasil! (Sérgio Prata)

Enel

Comunico publicamente à população de Mangaratiba meu repúdio ao péssimo serviço prestado pela ENEL ao município, o que ocasionou diversos transtornos aos moradores e visitantes nos últimos dias com a interrupção frequente e por várias horas no fornecimento de energia elétrica. Unindo forças com os demais vereadores da Câmara Municipal, registrarei denúncia e pedirei providências à ouvidoria da ENEL, à ANEEL, que regula e fiscaliza as concessões do setor elétrico e ao Ministério Público. Todos juntos por melhores serviços básicos fornecidos à população de Mangaratiba! (Wlad da pesca, vereador)

Convite à participação

O Conselho Comunitário de Segurança se reunirá no dia 21 de fevereiro, às 19.00hs, no Iate Clube De Muriqui. Estarão presentes os responsáveis pelas polícias civil e militar, os quais tem obrigação com a segurança pública. É importante a presença da sociedade com informações, preferencialmente escritas e podendo ser anônima. Exemplificando, pessoas suspeitas de atividade criminal, solicitações feitas e não atendidas pelas polícias e etc. Não adianta comparecer para apenas cobrar efetivo, pois esse reivindicação não é competência e atribuição dos dirigentes locais das polícias em nosso município. Só o estado pode melhorar o efetivo, colocando-o conforme incidência criminal ou de acordo com a “força política ” do município. Essa força e unidade é verificada com a eleição de deputados estaduais e federais. Infelizmente, isso não ocorre em Mangaratiba em razão do número de eleitores. (Vitor Carvalho – Secretário de Segurança)

A imagem

Descrição da rodovia Rio Santos em um site de destinos turísticos, mostra o quanto os municípios da região deixam a degradação tomar conta daquele que poderia ser um dos principais motores da economia local. Diz o site: “A rodovia Rio-Santos é um trecho da Br-101 repleta de paisagens e lugares cinematográficos. Uma estrada com muitas curvas e agradáveis surpresas. As cidades que a compõem são a tradução da vida caiçara com todos os seus toques charmosos típicos. Verde e azul são as cores predominantes em todos os trechos. A Rio-Santos não é um ponto ligado a outro; a própria rodovia é o atrativo. Muita história, vilas de pescadores, praias intactas, matas preservadas, inúmeras cachoeiras, igrejas centenárias, ilhas incríveis, tudo isso em 496 quilômetros. A velocidade é relativa, o tempo é relativo e, muitas vezes, a volta para casa é relativa. Há muito que explorar.”  (http://www.cidadeecultura.com/rio-santos-dicas-o-que-fazer/)

A realidade

Há duas décadas, um empreendedor imaginou organizar um percurso turístico, especialmente para europeus, tendo como “tema” central a rodovia Rio x Santos. Começaria no Rio de Janeiro ou em São Paulo, com paradas obrigatórias para hospedagem em Itacuruçá, Ilha Grande e Ilhabela. No último dia, se em São Paulo, a atração final seria a ida a uma das famosas churrascarias da capital, se no Rio de Janeiro, o ensaio de uma escola de samba. Apesar de ser uma ideia promissora, ele abandonou os planos diante do estado de abandono da própria rodovia no trecho entre Itacuruçá e Paraty.

Cautela e caldo de galinha

O Juizado Especial Cível  da Comarca de Feijó julgou procedente o pedido formulado na reclamação nº 0001815-96.2017.8.01.0013, condenando, assim, o reclamado ao pagamento de indenização por danos morais em decorrência de postagens ofensivas realizadas na rede social Facebook. Ao analisar o caso e as provas reunidas durante a instrução processual, o juiz de Direito Alex Oivane entendeu que as postagens realizadas pelo reclamado no Facebook foram de fato ofensivas à honra e imagem do reclamante, principalmente porque este não foi indiciado ou alvo de denúncia do Ministério Público por suposta participação em crime passional. Dessa forma, o magistrado sentenciante considerou que a afirmação do reclamado na postagem baseou-se em “falácias” de populares, não encontrando esteio na verdade real dos fatos. (Fonte: Âmbito Jurídico)

Poder paralelo

Faixa colocada ao lado de uma lixeira na favela do Sapo. “Lixo no chão, tiro na mão!” Aqui em Mangaratiba, especialmente nos finais de semana de casa cheia, ia ter muita gente de mão furada a bala.

Lixo

Autor: Prof. Lauro

Psicólogo, Professor Universitário, aposentado, e escritor, 72 anos, divorciado, três filhas e seis netos. Com residência de temporada em Itacuruçá desde 1950 e definitiva a partir da aposentadoria em 2001.

5 comentários em “17 de fevereiro de 2018”

    1. Pois é, Eduardo.

      Embora não sejam obrigações da Câmara resolver o problema quanto ao serviço de fornecimento de energia elétrica à população, o Legislativo Municipal pode atuar com firmeza neste caso assim como o Executivo. Este, com muito mais recursos técnicos e profissionais, pode periciar as instalações da AMPLA/ENEL no Município e produzir a prova que seria juntada a processo administrativo instaurado. Depois é só ingressarem com ação judicial. Afinal, além de moradores, os próprios órgãos do Município também sofrem com as constantes quedas e oscilações do sistema.

      Boa semana!

  1. Em tempo!

    Sobre o que um vereador citado nesta edição expôs nas redes sociais acerca da AMPLA/ENEL, considero que ele, através do seu colegiado de edis, ele poderia tentar algo mais ousado além de encaminhar reclamação (em seu nome?) à Ouvidoria da empresa ou à agência reguladora, pois estas são medidas que qualquer cidadão pode fazer.

    Assim sendo, sugiro a propositura de requerimentos neste sentido a fim de que a própria Câmara, como órgão do Poder Legislativo Municipal, solicite informações tanto à concessionária como à ANEEL, bem como reconvoque aquela audiência pública que estava prevista para acontecer no ano passado tratando dos serviços de distribuição de energia elétrica, mas acabou sendo cancelada.

    Nossas autoridades precisam atuar firmemente diante desses problemas nas relações de consumo que afligem o cidadão mangaratibense. É algo a meu ver mais fácil de articular internamente pois não são questões que dividem a política municipal pois, a princípio, acredito que a solução interesse tanto a quem é governo quanto oposição.

    Para um melhor desenvolvimento dos trabalhos, a Câmara pode consultar um perito na área técnica de distribuição de energia elétrica que, juntamente com o jurídico da instituição, poderá formular os quesitos necessários a serem encaminhados.

    Ressalto que a Mesa Diretora da Câmara tem poderes para ajuizar até uma ação civil pública, pois os municípios são legitimados assim como o Ministério Público. E, no caso, entendo que a ANEEL poderá vir a ser ré na demanda juntamente com a AMPLA/ENEL, o que atrairia a competência da Justiça Federal para o processamento e julgamento do feito.

    1. “meu repúdio ao péssimo serviço prestado pela ENEL ao município”
      Foi o que disse o edil.
      Impressionante!!!

  2. Boa noite, professor Lauro e leitores.

    Percorrendo agora no final do dia os assuntos aqui colocados, passo direto ao tema da intervenção federal em nosso estado que, embora muito distante de ser “um golpe militar”, pois alguém teria que ser muito “esquerdopata” para afirmar uma besteira dessas, o que de fato se evidencia é, como bem expôs o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) de que se trata de uma “cortina de fumaça na derrota da reforma da Previdência”.

    Todavia, como bem posicionou-se o parlamentar, que deve votar a favor (e eu o acompanho na condição de cidadão com minhas meras opiniões), eis que a “população do Rio de Janeiro precisava de algo desse tipo. Porque todo mundo anda assustado. Então, alguma coisa precisava ser feita. Se essa é uma decisão perfeita é outra coisa, é diferente. Se vai dar certo plenamente é outra história. Agora, é uma tentativa, nós temos que apoiar. Eu votarei a favor”.

    Talvez uma outra GLO (Garantia da Lei e da Ordem) possivelmente seria a medida mais adequada para tratar do problema que, como sabemos, não será resolvido em deis meses e dez dias com uma intervenção. Aliás, o presidente já está pensando em revogar o seu decreto na hipótese de conseguir apoio para fazer a reforma da Previdência. E, em tal caso, se ele voltar atrás, não poderá praticar outro ato idêntico com as mesmas motivações.

    Como cidadão fluminense que sofre com os problemas da insegurança neste estado, apenas quero que o assunto seja tratado com a devida seriedade e que haja respeito pela figura do general que estará cumprindo o seu papel de interventor nos assuntos de segurança pública do Rio de Janeiro. Pois, já que estamos entrando por esse caminho, que o prossigamos formes até o final.

    Ótimo domingo a todos!

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