19 de julho de 2017

Frase do dia

Fale bem dos amigos todos os dias. Fale mal dos inimigos pelo menos duas vezes por dia. (Antonio Carlos Magalhães)

Insegurança pública

Correu a notícia, na manhã de ontem, que o posto Capixaba, na Rio x Santos, foi assaltado na última segunda-feira. De acordo com esses relatos, não só os frentistas foram as vítimas, mas também as pessoas que estavam no local.

Devagar com o andor!

A Secretaria Municipal de Saúde de Mangaratiba está exigindo dos técnicos de enfermagem uma carga horária atual de 24 por 96 horas por semana. O sindicato informa também que a Prefeitura pretende aumentá-la para 24 por 72 horas a partir de agosto. As duas possibilidades são contrárias ao que consta do Anexo II do Edital do concurso realizado em 2015 que dispõe que a carga horária seja de 24 horas semanais. A Secretaria de Saúde não pode exigir do servidor o cumprimento de uma carga horária de trabalho semanal superior ao que foi estabelecido no Edital do certame. Isto porque as regras editalícias tornam-se “a lei do concurso”, vinculando tanto a Administração quanto os candidatos às regras nele determinadas. (Fonte: Sispmum)

Regularizando

Informe aos contribuintes do município. A Prefeitura Municipal de Mangaratiba, através do programa REFIS, está parcelando débitos com a PMM nos casos de dívida ativa (IPTU, ITBI, ISS, TFC, LICENÇA AMBULANTE, LICENÇA DE OBRAS) .Os mesmos poderão ser parcelados em até 36 vezes, os descontos ocorrerão sobre multa e juros e até 80% de desconto. Os parcelamentos acontecem da seguinte forma: 01 á 04 parcelas: 80% de desconto, 05 á 12 parcelas: 60% de desconto, 13 á 20 parcelas: 45% de desconto, 21 á 28 parcelas: 30% de desconto, 29 á 36 parcelas: 10% de desconto. Prazo: até dia 31/07/2017

House of Cards

Como no seriado “Netflix”, mostrando todas as alianças, traições e jogos sujos da política americana, o presidente Michel Temer escapou de “ação controlada” armada contra ele em maio, na cidade de Nova York. Só não aconteceu porque ele cancelou de última hora a viagem que faria à cidade para participar da entrega do prêmio “Personalidade do Ano” ao prefeito de São Paulo, João Doria, pela Câmara Americana de Comércio. A “ação controlada” a pedido de autoridades de investigação brasileiras. A informação foi publicada no jornal Valor Econômico nessa terça-feira. A operação foi armada, segundo o jornal, para gravar eventual conversa inapropriada de Temer com o dono da JBS, Joesley Batista, provavelmente em seu apartamento de cobertura na esquina da Quinta Avenida com a rua 51. Um eventual flagrante ajudaria o grupo JBS a se livrar das penalidades previstas na lei federal contra corrupção transnacional, a Foreign Corrupt Practices Act . Um acordo de delação seria essencial para permitir a continuidade da empresa nos Estados Unidos.

Segue

A “ação controlada” (“sting operation”) de órgãos de investigação do Brasil e Estados Unidos contra o presidente Michel Temer, violaria tratados internacionais de imunidade diplomática para chefes de governo e de Estado em viagem ao exterior, segundo especialistas. A imunidade impediu investigação contra Dilma, nos EUA, pela compra superfaturada da refinaria de Pasadena. Michel Temer frustrou a “ação controlada” ao cancelar de última hora sua viagem. Ele não sabia da operação. A operação em Nova York blindaria Joesley e a JBS da Foreign Corrupt Practices Act, rigorosa lei dos EUA que pune empresas corruptoras. A gravação de conversa de Temer no apartamento de Joesley poderia configurar flagrante, justificando um processo contra o presidente. Eventual processo contra Temer nos EUA provocaria transtornos à política externa brasileira e dificultaria as relações entre os dois países. (Fonte: Diário do Poder)

Explodindo pontes

Parte da delação do ex-deputado Eduardo Cunha, preso em Curitiba desde outubro do ano passado, já foi aceita pelo Ministério Público Federal. E é nela que reside a revelação que mais assombra seus ex-colegas da Câmara: a lista dos que receberam dinheiro para votar a favor da abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff. Cunha não se limitou a dar os nomes – a maioria deles do PMDB. Citou as fontes pagadoras e implicou o presidente Michel Temer. Reconheceu que ele mesmo em alguns casos atuou para que os pagamentos fossem feitos. Contou o que viu e acompanhou de perto e o que ficou sabendo depois. Não poupou nem aqueles deputados considerados mais próximos dele. Teve uma razão especial para isso. É o troco que dá aos que antes satisfizeram suas vontades e depois o abandonaram quando mais precisou da ajuda deles.  Cunha foi do céu ao inferno num período de 17 meses. Eleito presidente da Câmara em primeiro turno no dia 1 de fevereiro de 2015 com 267 votos de um total de 513, acabou cassado no dia 12 de setembro do ano seguinte por 450 votos. Somente 10 deputados votaram por sua absolvição. Tanto Cunha quanto o Ministério Público têm pressa em fechar acordo em torno do restante da delação. Se isso ocorrer, ela poderá servir de base para uma nova denúncia contra Temer. Ou, no mínimo, para provocar um terremoto na base de sustentação do governo no Congresso, fragilizando-o ainda mais. Temer já foi informado a respeito e reagiu com tranquilidade. (Ricardo Noblat)

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