06 de julho de 2017

Frase do dia

Ter medo não ajuda a viver. (Ivo Pitangy)

E as demissões?

Em pleno processo de cumprimento da recomendação do Ministério Público de demitir cerca de seiscentos funcionários contratados que estariam ocupando cargos destinados a provimento através de concurso público, o Diário Oficial de Mangaratiba de número 707, publicado ontem, voltou a trazer cerca de vinte e três páginas de nomeações de “assessores”, todos com data retroativa a 14 de fevereiro de 2017.

Então

Publicação da Leila Castro, via facebook. “A arte de ludibriar um povo e de quebra, sonegar direitos trabalhistas e “diminuir” o impacto orçamentário.  Nomeia-se centenas de pessoas e a cada quatro meses, exonera-se sem pagar avos de 13o salário e férias. Quando vem uma decisão da justiça para exonerar os indevidamente contratados, irão cumprir em parte e acusarão os “desafetos” por sua própria improbidade. E continuarão nomeando outros da mesma forma, até que a justiça tome conhecimento da manobra e mande exonerar.
Chegado o mês de julho, e uma parcela do 13o já foi poupada. .. férias também. ..
Quando chegar outubro/novembro, a mesma coisa irá acontecer.  E aí? A folha de pagamento se ajusta e o povo aplaude! E o serviço público vai se deteriorando pelo troca troca, o funcionário é lesado em seus direitos e a população amarga a dor da humilhação. É só fazer a conta!”

No TRE

O processo no qual o Juiz Eleitoral de Mangaratiba cassou o mandato do vereador Anderson Quadros e todrnou inelegível por oito anos o ex-prefeito Dr. Ruy Quintanilha, já foi enviado ao Tribunal Regional Eleitoral, em grau de recurso. Autuado na última segunda-feira, deverá ser distribuído, nos próximos dias, a um juiz relator. Mantendo a corte o entendimento da primeira instância, haverá, ainda, um segundo e último recurso possível, ao Tribunal Superior Eleitoral.

Para quem não entendeu

A postagem do blog de três dias atrás, a respeito da prisão do empresário Jacob Barata Filho e a relação desse fato com os anos de impunidade da Expresso Mangaratiba na prestação do serviço de transporte público no município, não intentavam relacionar o empresário à empresa, de forma direta, mas a demonstrar os motivos  causadores de tantos anos de abandono e falta de ação do poder público quanto às reclamações. O “esquema” era o mesmo para todas as questões relacionadas a transportes públicos, a tal ponto que, na operação deflagrada, foram presos ex-presidentes do Detro e o atual presidente da Fetranspor.

Boato

Pretendendo acirrar o clima político, corre nas redes sociais a informação de que “mais de 16 países irão processar o Brasil”. A notícia é antiga, foi publicada no Estadão em março de 2016, agora volta requentada.

Lá não funciona

Marcelo Odebrecht afirmou em sua delação que não houve nenhum pedido de vantagem por parte de autoridades cubanas na construção do Porto de Mariel. No depoimento, Marcelo chega a dizer que a corrupção em Cuba “beira zero”, o que seria comprovado por ministros terem carros simples e morarem na mesma casa.

Nem tão livre assim

Em decisão unânime, o Tribunal de Contas da União, aprovou o relatório do ministro Augusto Sherman e incluiu Joesley Batista como um dos possíveis responsáveis pelo prejuízo aos cofres do BNDES após o investimento de R$ 8 bilhões do banco na J&F para viabilizar a compra do frigorífico americano Swift Foods, em 2007, durante o segundo governo Lula. O TCU identificou favorecimento do BNDES à J&F na operação e uma auditoria comprovou que o BNDESPar, usado na aquisição de participação do BNDES em empresas, pagou indevidamente ágio de R$ 0,50 em ações, o que causou o dano estimado em R$ 120 milhões aos cofres do banco. A corte também afastou a possibilidade de aplicar uma das cláusulas do acordo de delação firmado pelo empresário com a Procuradoria-Geral da República livrando-o da obrigação de ressarcir as perdas. Em parecer sobre o caso, o procurador-geral do Ministério Público de Contas, Paulo Soares Bugarin, sustentou que o empresário não pode ser responsabilizado pelas perdas com base, exclusivamente, nas informações que ele próprio apresentou em sua delação. O acordo permite o uso da colaboração como prova em processos cíveis e administrativos, desde que não sirva para prejudicar o delator. (Fonte: Diário do Poder)

 

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