01 de julho de 2017

Frase do dia

Uma longa e difícil caminhada de mil quilômetros começa com o primeiro passo. (Lao Tse)

Dever de casa

O exemplo da Ilha Grande, que foi tema principal do Globo Repórter de ontem, bem que poderia ser seguido, em vários aspectos, em Mangaratiba, apesar da evidente e acelerada deterioração das nossas praias e favelização em vários pontos do município. Daria trabalho? Claro que sim, e muito, mas, ou começamos a tomar providdências sérias e imediatas em busca da nossa vocação econômica que é o turismo ou, em muito pouco tempo o turismo, por aqui, será “coisa do passado”.

E tem jeito

Cidades menos famosas do interior do estado conseguem descobrir meios e modos de promover turismo de qualidade, Além da já conhecida Conservatória, mais um começa a se destacar: Valença. Começa na próxima terça-feira o “Valença Inverno Fest”, um evento cultural promovido pelas empresas CataVento e Interagir Produções, que prometem esquentar as noites nessa cidade do Sul Fluminense, reunindo música, gastronomia e moda, com encerramento previsto para domingo.  A programação será dividida em duas etapas, um circuito gastronômico e o festival cultural.  A primeira começa dia 4 e é destinada ao 1º Circuito Gastronômico Inverno Fest, que envolve os principais restaurantes da cidade. Cada estabelecimento produzirá um prato especial utilizando o tema “Queijo, Cachaça e Linguiça”.  A segunda, a etapa do Valença Inverno Fest será aberta dia 7 de Julho, no Jardim de Cima, com vários stands oferecendo uma grande diversidade gastronômica, desfile de moda e várias atrações musicais.

Transportes públicos

Ontem, mais uma vez , os moradores do município sofreram para se deslocar para seus compromissos. A viação Costeita teve mais um ônibus recolhido à garagem por falta de condições de trafegar. Sgundo moradores que têm contato com trabalhadores da empresa, seus donos já sabem que irão perder a concessão e estão, apenas, tentando arrecadar mais algum dinheito para poder pagar às recisões de contrato.

2017 – O ano que não começou.

Há um clássico da literatura brasileira, com temática pólítica, do jornalista Zuenir Ventura, chamado “1968, o ano que não terminou”. Usando o mesmo princípio, ao reverso, o morador Robertinho Castilho publicou o texto a seguir, que merece ser compartilhado. “As pessoas não gostam muito que falem de seus políticos preferidos. É chato e o tema já é batido. Em uma cidade pequena os ânimos se acirram. Mangaratiba sofre hoje com a ausência do poder público. Aliás, não sofre hoje, sofre há tempos. E a desculpa é sempre a falta do vil metal. A bufunfa, o faz-me rir. Quando ando pelos municípios do Rio de Janeiro sou questionado pelo motivo dos prefeitos darem tanta desculpa ao errar, e muito, na administração da cidade. Dizem que se colocar um portão em Jacareí e outro em Itacuruçá vira um condomínio fechado.Nos últimos dias vimos diversas publicações no sítio oficial da Prefeitura e em redes sociais falando de eventos e inaugurações. Nestas notícias são escassos a presença do Prefeito. O que vemos é o vice-Prefeito e alguns funcionários.

Segue

O Prefeito não aparece porque não tem desculpa para dar sobre a atual situação da cidade. Precariedade pura. Ao não aparecer, coloca para “apanhar” na rua seu vice prefeito. Um rapaz tranquilo e bem visto pela comunidade. Mas será trucidado pela opinião pública e torrado por causa da ausência do gestor chefe. Todos sabem que o vice não assina papel. Talvez não recaia sobre ele tal culpa. Vimos esta semana ser publicado em diário oficial do município uma licitação para produtos e utensílios hospitalares. Só acho que estão um pouco atrasados. Estamos no mês 7. julho chegou e agora que finalizaram tal processo licitatório. Mas não é a solução. Após o procedimento, ainda tem um prazo para o pedido e a entrega dos insumos necessários para um atendimento de qualidade. Enquanto isso nossas filhas e esposas não podem caminhar nas praias e ruas da cidade. Podem ser vítimas de assaltos e diversos crimes. Sim, o Prefeito, seus familiares possuem segurança. Não sofrem os mesmos perigos que nós.

Segue II

As ruas estão esburacadas. Mas não são buracos. São BURACOS! Mas eles conhecem a população. O Prefeito Aarão sabe como resolver seus problemas políticos. Em breve teremos doações de roupas, alimentos, festas. Tudo para engambelar seus fiéis. Sim, ele sabe que será idolatrado e venerado por matar a fome de alguns por um bocado de tempo. Esqueçam 2017. Ele não é importante. Aliás, este ano você não é importante para eles. Apenas ano que vem. O Prefeito e sua trupe sairão às ruas pedindo votos para seus candidatos a deputado. Seus asseclas serão intimados a pedir voto para manter o cargo na Prefeitura. Ainda este ano pastores serão chamados ao gabinete para um café da manhã pastoral. O Prefeito vai pedir oração para que “Deus guarde nossa cidade”. Talvez role um pedido para que Deus envie um Prefeito. Eventos religiosos estão sendo preparados para enganar o “povo de Deus”. Como se no poder público fosse correto separar quem é e quem não é de Deus.

Segue III

Não, não fui eu que caminhou na cidade prometendo solução. Então, quem o fez que tome as rédeas e realmente mude a cidade. Como pode o Prefeito falar que não sabia como estava Mangaratiba se ele foi Prefeito por 5 anos (saiu porque deu aumento de salário para os servidores e depois de ganhar a eleição retirou tal benefício. Foi cassado por Estelionato Eleitoral. Frase dita pelo juiz que o cassou. Se a cidade estava sem dinheiro porque contratou uma enormidade de pessoas a ponto de o juiz da cidade ter que intervir e mandar demitir?

Segue IV

Sim, coisas boas estão acontecendo, mas feitas por pessoas que realmente amam nossa cidade, não necessariamente porque o Prefeito mandou ou coordenou. Não podemos cobrar do servidor contratado ou efetivo que vai todos os dias para o trabalho mas não tem comando. Boa parte destes são vítimas de um chefe fraco e perseguidor. Sim, podemos defender o Aarão. Aceito argumentos de quem quiser falar. Desde que não falem mentiras. Ah, não adianta me acusar de nada. Se defender atacando é velho demais e não resolve o problema. Estamos em julho de 2017. O ano que não começou. (Robertinho Castilho, via facebook)

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6 respostas em “01 de julho de 2017

  1. Assisti ontem à matéria do Globo Repórter sobre a Ilha Grande e o que muito me chamou a atenção foi o alto potencial da aqüicultura que deixamos de explorar, sendo esta uma alternativa ainda mais sólida que o turismo. Não que eu seja contra o turismo. Muito pelo contrário! Porém, considero que, se houver investimento e divulgação no setor de aquicultura, estaremos numa velocidade maior (obviamente com menor dependência de terceiros) gerando trabalho e renda para a nossa população através de empregos diretos e indiretos.

    Entretanto, hei de reconhecer o melhor cuidado das áreas protegidas da Ilha Grande como o seu parque que é melhor desenvolvido do que a grande maioria das unidades de conservação estaduais em todo o RJ já que o Inea deixa muito a desejar quanto à gestão desses espaços. Seja pela falta de recursos destinados e de um plano de desenvolvimento do ecoturismo satisfatório. Aliás, temos aqui no continente o Parque Estadual do Cunhambebe que carece de melhores estruturas como portarias cobrando ingresso dos visitantes, roteiros com trilhas sinalizadas, áreas de camping para hospedagem, estacionamentos, cantinas e um projeto de inclusão das comunidades do entorno.

    Uma solução para o turismo daqui no aspecto ecológico é criarmos pequenos parques municipais ou estaduais sobrepondo-os à APA Est. Mangaratiba tal como sugeriu recentemente o vereador Helder Rangel (PSDB) na penúltima sessão da Câmara por meio da Indicação de número 496/17. Mas para tanto não podem os governos simplesmente dar uma existência jurídica a uma unidade de conservação e depois nada mais fazer tal como ocorre com o Parque da Pedra do Urubu, umas das poucas heranças boas da gestão passada e que precisa receber apoio oficial independente da paternidade da proposta.

    Para concluir, muito embora o assunto seja bem extenso e justifique um longo e amplo debate, ressalto que a clientela do ecoturismo assim como da Flip em Paraty passa por nós sem saber do que Mangaratiba possa oferecer porque falta um trabalho de captação desses turistas. Ali mesmo em Conceição de Jacareí, deveria funcionar uma portaria do Parque do Cunhambebe que, por sua vez, daria acesso a lugares diversos dentro da unidade. Inclusive, com um centro de visitantes no Distrito e um trabalho de divulgação, muitas informações sobre Mangaratiba poderiam ser passadas para o público que embarca/desembarca do transporte marítimo da Ilha Grande.

    Enfim há muitas oportunidades econômicas que estão sendo deixadas de lado, as quais seriam muito mais sólidas do que viver de cargos comissionados em Prefeitura como muitos munícipes têm dependido.

  2. Frase do dia

    Uma longa e difícil caminhada de mil quilômetros começa com o primeiro passo. (Lao Tse)

    Autor novo de auto ajuda ?

  3. Vítima que fui de alguns “protestos”,pergunto sobre a eficácia dos mesmos.
    Voltando prá casa e ter o caminho interrompido foi bastante incômodo.
    O pós gosto foi ódio…

  4. Cara na boa.
    Mangaratiba tem o q merece!Povo burro que elege candidato q já foi cassado, merece o q??
    Com relacao a Ilha Grande, o falido e fecjado Instituto Boto Cinza acho q midou de endereço, foi pra Baia da Ilha Grande, pois o gestor é o mesmo q militava e coordenava aqui em Itacuruca..
    Quem nao percebeu é o proprio.Enfim!!Bem doi ele q foi embora para algum lugar que desse mais incentivo e apioi a Biologia e caisa do Boto Cinza.

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