23 de junho de 2017

Frase do dia

Política social não se faz somente com dinheiro. É necessário ter muita criatividade para possuir sempre idéias novas. (Ruth Cardoso)

In segurança

Hoje às 17:00hs tivemos mais uma reunião do Conselho Comunitário de Segurança. Infelizmente, mais uma vez a sociedade, que tanto reclama da Segurança Pública, não se fez presente no centro cultural Cary Cavalcante, no Centro de Mangaratiba.  Na reunião se encontravam presentes o Dr. Delegado da 165 D.P. e o Capitão da Polícia Militar, Comandante da área de Mangaratiba. Espero que na próxima reunião, que vai ocorrer no dia 20 de julho, no mesmo local, haja o comparecimento da população, com informações pertinentes. Assim, de fato, Mangaratiba pode progredir na busca pela segurança desejada pelas pessoas de bem. Só desta forma é que teremos condições para realizar o planejamento de metas e prestar um bom serviço para a sociedade. Não adianta ficar nas redes sociais reclamando e não se fazer presente com informações e reivindicar ações. A cobrança deve ser sempre direcionada para quem de direito! Mais uma vez informei a data e local da próxima reunião! Até lá.

In segurança II

Relato de um motorista da Expresso Recreio dá conta de que os assaltos a ônibus têm sido rotinana região, agora com uma novidade para os veículos pequenos com porta divisória entre motorista e passageiros. O assaltante faz sinal, entra, aponta uma arma ou faca para o motorista levando todo o dinheiro arrecadado e do eventual passageiro que estiver no único banco daquela parte do veículo, em seguida desce. Quem está no interior do ônibus nem percebe o que aconteceu.

Insegurança III

Um rapaz foi assassinado no início da tarde de ontem em Coroa Grande. Crime teria acontecido na Rua Rosalina Gonçalves, paralela à Rodovia Rio-Santos, na altura do Frontal das Ilhas. Segundo informações de moradores, o jovem se chamava Douglas e tinha 20 anos. Marcas de disparo de arma de fogo foram vistas pelos moradores no corpo do jovem, antes do mesmo ser coberto por um pano branco.

Educação

Publicada a nova legislação da educação, envolvendo o ensino médio e também mudanças no fundamental. Não são mais matérias obrigatórias: Sociologia, Filosofia, Artes, Educação Física, Música. Não é mais obrigatório o ensino de cultura afrobrasileira. Não é mais garantida a universalidade do ensino básico. Não é mais garantida a gratuidade do ensino público básico (tanto no fundamental quanto no médio). Não é mais obrigação do Estado garantir educação infantil para todos. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
No link da LDB indicado acima, encontra-se no corpo do texto as alterações dessa MP.
Nesse novo formato eles anulam todos os parágrafos incluídos pelas leis 10.639 e 11.645

Realpolitk

O governador do estado, Luiz Fernando Pezão, afirmou a representantes do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), na tarde desta quinta-feira, que não sabe se vai conseguir terminar o seu mandato, até o fim de 2018. De acordo com representantes do Muspe, a declaração foi feita durante uma reunião em que os servidores reivindicaram o pagamento de salários atrasados, progressão de carreira e convocação de concursos. “Nem eu sei se fico no cargo até 2018”, afirmou o governador, de acordo uma das lideranças do Muspe, Ramon Carrera. A declaração foi feita durante reunião em que servidores reivindicaram pagamento de salários atrasados, progressão de carreira e convocação de concursos. (Fonte: O Dia)

Realpolitk II

Mais cedo, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, em entrevista à rádio CBN, disse ver possibilidade de impeachment de Pezão.”O crime de responsabilidade está agora textualizado em dois documentos”, disse Picciani à CBN. Segundo o deputado, os documentos são o parecer do Tribunal de Contas do Estado, que recomendou a rejeição das contas de 2016 do Executivo, e a resposta formal do governo a um ofício enviado pela Alerj, que comprovaria irregularidades nos repasses orçamentários aos poderes independentes, como Legislativo e Judiciário. “Isso quer dizer que eu terei que analisar eventuais pedidos de impeachment que já tramitam e outros que podem tramitar com esses elementos de outra forma, mas primeiro quero ver as contas votadas”, disse Picciani, lembrando que o parecer do TCE precisa ser primeiro analisado em comissões da Alerj para então ser votado no plenário.

Realpolitk III

Na mesma entrevista, o deputado Jorge Picciani, disse que a solução para o estado é uma intervenção do governo federal ou o impeachment do governador Pezão. Picciani citou várias medidas de ajuste fiscal aprovadas pela Alerj e criticou a condução que seu colega de partido está dando à crise. “Aprovamos muito mais na Previdência do que eles [governo federal] pediram. Aprovamos a [venda da] Cedae [Companhia Estadual de Águas e Esgotos]. Aprovamos em cima dos incentivos fiscais o pagamento de 10% do Fundo de Equilíbrio Fiscal. Aprovamos o aumento do ITB. Aprovamos o aumento do IPVA, o aumento da energia elétrica, da cerveja e do fumo. Se nada disso for suficiente para ter respeito pelo Rio de Janeiro, só vai restar ao governo Temer ter a coragem de fazer a intervenção, porque o Rio não pode ficar nesse descontrole na área da segurança e da saúde, ou nós vamos fazer o impedimento”, disse o presidente da Alerj.

Realpolitk IV

Ao apresentador Edmilson Ávila, o governador Luiz Fernando Pezão afirmou, por meio de mensagem, que não vai comentar as declarações de Picciani. “Não vou comentar a opinião dele. É um presidente de um poder, e eu respeito. Estou dedicado a fechar um último ponto que falta para fechar o maior acordo de um ajuste na União, e falta muito pouco”, disse a mensagem. Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do Palácio Guanabara disse que não vai se manifestar a respeito das declarações do presidente da Alerj. Por volta das 13h, Pezão estava reunido com representantes do Movimento Unificado dos Servidores do Estado, mas deixou a reunião sem falar com a imprensa. O deputado Edson Albertassi, líder do governo na Alerj, estava presente na reunião, mas também não mencionou a fala de Picciani. (Fonte: G1)

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2 respostas em “23 de junho de 2017

  1. Bom dia, Prof. Lauro.

    Estive ontem na reunião do Conselho Comunitário de Segurança da qual participei em que se tratou dos problemas relativos a assaltos em coletivos e a outros delitos mais na BR-101. Segundo as informações passadas pelo Exmo. Sr. Delegado da 165ª DP e confirmadas pelo representante da PM, o motivo se explica pela omissão da PRF na via cuja competência de atuação numa estrada federal estaria impedindo a nossa polícia ostensiva estadual em poder agir ali.

    A respeito da reprodução de um comentário nas redes sociais acerca da ausência da sociedade na reunião, críticas feitas pelo senhor secretário municipal de segurança, Vitor de Carvalho Santos, o qual compartilhou tais palavras com o público presente antes de postá-las nas redes sociais (confiram em https://www.facebook.com/vitor.decarvalhosantos.3/posts/1905695403089687?pnref=story na própria página do ilustre secretário), considero que as autoridades também precisam fazer uma espécie de meia culpa porque. Isto é, deveriam incentivar melhor a população a se interessar. Pois da mesma maneira como acontece numa escola, quando os estudantes acham chata a aula do professor, situações idênticas ocorrem nos diversos organismos colegiados de gestão, os quais precisam ser repensados dentro de uma pedagogia social motivadora.

    De qualquer maneira, entendo que o cidadão, mesmo sem ganhar por participar das reuniões do conselho (ao contrário das autoridades ali presentes que são pagas para isso), precisa sair do comodismo habitual e lutar para fazer uso do direito de voz nesses encontros a fim de que seja satisfatoriamente ouvido quanto aos problemas de sua localidade. E a opinião de cada um precisa ser sempre respeitada e não importa o quanto tal pessoa possa ser leiga nas matérias sobre segurança pública.

    Finalmente há que se levar em conta os problemas de mobilidade urbana no nosso Município cujos transportes operam de maneira precária oferecendo até riscos no horário noturno (quando os ônibus forem trafegar pela Rio-Santos, por exemplo). Logo, como a reunião do conselho regimentalmente dura duas horas e, por consequência, de terminar ás 19 horas, é compreensível a ausência de muitos moradores dos distritos, das ilhas e de alguns bairros afastados.

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