8 de abril de 2017

Frase do dia

No Brasil, o fundo do poço é apenas uma etapa. (Luis Fernando Verissimo)

Cuidado, vereador

Conta o anedotário político do município que, décadas atrás, um vereador  tinha o hábito de usar a tribuna para homenagear alguma data histórica que aniversariava naquele dia. No dia em questão, o vereador se referia à memória dos mortos de Hiroshima e Nagasaki, na segunda guerra muncial. Um outro vereador chegou atrasado à sessão. Sem bem saber a que se referia o discurso do colega, cutucou quem estava a seu lado perguntando: “Quem está sendo homenageado?”. O colega, também desinformado, respondeu de pronto: “Acho que são dois japoneses amigos dele lá de Itaguaí”.

Não morra pela boca

A rede de franquias Kopenhagen informou que é falsa a informação que a empresa estaria distribuindo de graça ovos de páscoa Língua de Gato. Segundo o comunicado, a orientação da empresa é de que o consumidor não abra o link que suspostamente o direciona para a página da ação na internet. Ainda segundo a Kopenhagem, trata-se de um golpe com a intenção de instalar um vírus em computadores e smartphones, com o objetivo de capturar informações dos usuários. O golpe começou a circular nesta semana via email, redes sociais e Whatsapp na forma de uma mensagem, assinada pela Kopenhagen, informando os usuários de que a empresa está distribuindo ovos de páscoa da marca Língua de Gato de 500g, sem custo. “Ei, a Kopenhagem tá dando 1000 ovos de Páscoa Língua de Gato até o dia da Páscoa. Acessa o link da pesquisa e responda”, diz o texto.

Fim da linha

Na Assembleia Legislativa, ontem, havia uma certeza até entre o mais fanático dos governistas: acabou o amorzinho com Luiz Fernando Pezão. Entre as velhas paredes do Palácio Tiradentes já começa a ser gestado o processo do impeachment do governador. O presidente do Poder Legislativo, Jorge Picciani, teve um encontro recente com o presidente do Tribunal de Justiça, Milton Fernandes de Souza. Foi buscar conselhos sobre a condução do processo de afastamento do governador. Saiu convencido de que o correto será tirar apenas Pezão do governo e entregar o comando do estado ao vice, Francisco Dornelles. Num primeiro instante, chegou-se a pensar em convocar eleições indiretas. Mas o momento turbulento e as dificuldades financeiras do estado acabaram apontando para uma solução mais rápida e menos traumática.

Até porque, como disse uma péssima língua do Tiradentes, difícil seria achar quem aceitaria a tarefa de administrar o Rio agora. (Fonte: Jornal Extra)

Nuvens pesadas

Estamos em abril, e o estado ainda não pagou o salário de fevereiro a metade do funcionalismo. Não há qualquer previsão sobre os vencimentos de março, muito menos sobre o 13º. Para piorar, ontem, a Câmara dos Deputados adiou, pela segunda vez consecutiva, a votação do projeto que poderia ajudar os estados endividados. O secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, ainda jogou gasolina na fogueira ao dizer que os problemas poderiam estar resolvidos se a Assembleia tivesse aprovado o pacote de medidas enviado pelo governo no ano passado. Em resposta, Picciani divulgou a mais dura nota contra o Palácio Guanabara desde o início da crise financeira, o que está sendo identificada como a declaração de guerra. Diz o texto que tal pacote tratava-se de um “emaranhado de absurdos, proposto por um governo leniente, que não equacionava a estratosférica dívida que o governo acumulou”. E pede que o executivo não jogue “nos outros poderes sua incapacidade de gestão’’. Para bom entendedor… (Fonte: Jornal Extra)

Um copo até aqui de mágoa

Na Assembleia, dizem que a gota d’água contra o governador Luiz Fernando Pezão foram as acusações feitas em delação premiada pelo ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado Jonas Lopes de Carvalho e seu filho, o advogado Jonas Lopes de Carvalho Neto. Segundo o advogado, R$ 900 mil provenientes de propina foram usados para pagar despesas do governador. Os deputados acharam Pezão “pouco convincente”. Pezão argumentou, por exemplo, ter uma vida modesta. “Mora num palácio, com tudo pago, e deixa o apezinho do Leblon para os protestos”, resmungou um deputado da própria base, já sem paciência. (Jornal Extra)

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