23 de março de 2017

Frase do dia

“Patrão, o trem atrasou. Por isso estou chegando agora. O senhor não tem razão pra me mandar embora” Demônios da Garoa)

Expresso

Na manhã de ontem, quem dependia, em Itacuruçá, do transporte público para chegar a Itaguaí, amargou  horas de angústia. No período entre sete e trinta da manhã e oito e quarenta, apenas um ônibus apareceu, o Mangaratiba via Axixá. Quem se deslocava para ir trabalhar, ou para alguma consulta médica préviamente marcada, ou mesmo para algum outro compromisso dependente de horário, não conseguiu chegar a tempo. Nem mesmo os veículos que fazem a linha para Nova Iguaçú estavam rodando. As Van’s, poucas para a demanda, passavam lotadas, trazendo passageiros em pé.

Expresso II

De acordo com o DETRO, o compromisso da empresa no que diz respeito a itinerários e horários é que, entre as seis horas da manhã e oito e vinte, o intervalo entre veículos seja de cinco minutos; entre oito e vinte e onze da manhã, de dez minutos, como pode ser constatado no endereço www.detro.rj.gov.br/regular/tarifas. Basta indicar a cidade de origem da viagem. Além do mais, ainda há a linha sobreposta Itacuruçá x Nova Iguaçú, cujo intervalo, segundo o Detro, deve ser de trinta minutos.

Expresso III

Diante desse péssimo serviço de transporte público, é bom saber que  os passageiros dos ônibus e vans intermunicipais tem a possibilidade de avaliar o transporte, apresentar reclamações e sugestões e registrar comentários sobre os ônibus por meio de um aplicativo de celular. É o “Fiscal de Bolso”, disponibilizado pelo Detro para funcionar como canal de comunicação para os usuários do transporte. No aplicativo, o usuário pode identificar exatamente qual ônibus embarcou e até mesmo enviar fotos do veículo. Segundo o Detro, essas informações serão integradas imediatamente ao Sistema de Inteligência e Monitoramento e encaminhadas para fiscalização. O app está disponível para sistemas Android, iOS, Windows Phone e pode ser baixado na App Store e na Play Store, digitando Detro-RJ no ícone busca.

Denuncie

Além do aplicativo, os usuários passageiros do transporte intermunicipal também podem registrar reclamações por meio do WhatsApp Fale Detro (21 98596-8545). Na primeira mensagem, o usuário precisa informar o nome completo, e-mail, cidade e bairro em que mora, para que os dados sejam incluídos no sistema. Será gerado um protocolo de atendimento para que o usuário possa acompanhar o caso. Segundo o Detro, as informações recebidas pelo Whatsapp Fale Detro serão filtradas e encaminhadas à equipe de fiscalização. Caso a irregularidade seja constatada, serão aplicadas as sanções cabíveis e o passageiro será informado. (Fonte G1)

Cautela e caldo de galinha

Para quem se arrisva em “pular a cerca”, é prudente saber que depende apenas de votação em duas comissões da Câmara dos Deputados uma mudança no Código Civil para tornar lei uma regra que, na prática, já foi aplicada em algumas decisões judiciais: a traição no casamento pode passar a dar direito ao parceiro traído a uma indenização financeira por dano moral. É o que prevê projeto de lei (PL 5716/16) em tramitação na Câmara dos Deputados que modifica o Código Civil, incluindo punição para descumprimento do artigo que coloca a “fidelidade recíproca” como um “dever” no casamento. De acordo com o texto, “o cônjuge que pratica conduta em evidente descumprimento do dever de fidelidade recíproca no casamento responde pelo dano moral provocado ao outro cônjuge”.

Cautela e caldo de galinha II

A Justiça já reconhece os danos morais causados por traição no casamento. Em uma decisao de Santa Catarina, um marido conseguiu sentença estabelecendo uma indenização de R$ 50 mil pela mulher, depois de descobrir que ela tinha um caso extraconjugal. A decisão foi embasada justamente no artigo do Código Civil que fala em fidelidade recíproca como uma das obrigações do casamento. “Por mais que o adultério não seja ilícito penal, configura ato ilícito. A infelicidade ou a insatisfação na convivência com o cônjuge — seja pelo seu comportamento ou, ainda, pela extinção do sentimento que os uniu —, “não pode justificar a existência de uma vida amorosa paralela, revelando-se mais digno o enfrentamento de uma separação”, registrou na ocasião o desembargador Luiz Fernando Boller, da 4ª Câmara de Direito Civil do TJ-SC. Para virar lei, basta o projeto ser aprovado nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. (Fonte: Correio Braziliense)

Nara Leão

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2 respostas em “23 de março de 2017

  1. Interessante é que os políticos daqui fazem abaixo assinado dizendo que é pra enviar ao Detro. Faça-me o fvr. A gente tá assim há anos, ninguém toma atitude nenhuma contra a Expresso. Prefeito fala algo engana a gente mais um pouquinho, dizendo que estás agindo……

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