14 de fevereiro de 2017

Frase do dia

Se alguma coisa parece boa demais para ser verdade, então provalvemente é mesmo verdade. (Sidney Sheldon)

Bico seco

Na última sexta-feira, diversos comerciantes do distrito deixaram de receber as cargas de bebidas encomendadas ao distribuidor da Brahma. No dia de ontem, questionando a vendedora a respeito, um desses comerciantes soube que, pela segunda vez, o caminhão de entrega da mercadoria foi literalmente assaltado, por bandidos ou milicianos, no trecho do calçadão do Axixá. Segundo esse relato, os criminosos chegaram em três veículos e levaram mais de duzentas embalagens de latinhas.

Prestando contas

O surpreendente final de semana sem vans, ônibus piratas e carros de som, constatado no distrito, pode e deve ser creditado à atuação da Secretaria de Segurança e Ordem Pública. Esse foi o balanço divulgado pelo secretário da pasta no dia de ontem através das redes sociais; “Prefeitura prestando contas ao contribuinte. Vinte e nove veículos foram apreendidos, mais seis motos e um carro de som automotivo. Dezoito veículos de som automotivo foram infracionados no Artigo 230 do C.T.B, com anotação de sete pontos no prontuário da habilitação e com valor de R$. 195.24 X10 = 1.952.00. As demais multas estão sendo contadas. Agradeço a dedicação de todos os funcionários da Secretaria e o apoio das polícias Civil e Militar! (Vitor Carvalho Santos)

Cedae

Está em pauta, na ALERJ, a hipótese de passar para a iniciativa privada o controle da empresa estadual de águas e saneamento. A privatização da maior empresa de saneamento após a Sabesp teria o objetivo de sanar a dívida ativa do estado e retornar a sua base. Essa votação está marcada para hoje, terça feira. No que diz respeito a Mangaratiba, o que se constata é que a CEDAE, por aqui, nada mais faz do que utilizar as antigas estruturas de distribuição de água, cobrar as contas e, quando muito, consertar vazamentos amarrando canos furados com borrachas de câmaras de ar de bicicletas. Quanto a esgotos e saneamento, “nadica de nada”.

Atualização (às 04:40)

O ministro Fux, do Supremo Tribunal Federal, decidiu adiar por 30 dias a decisão sobre o pedido de liminar do governo do Rio de Janeiro para desrespeitar a lei de responsabilidade fiscal e realizar um empréstimo de R$3,6 bilhões com a União. O adiamento dessa decisão por 30 dias faz com que a votação da privatização da CEDAE perca todo seu sentido. Pois, se ela era garantia desse empréstimo, quando o empréstimo se torna incerto sua venda se torna desnecessária. Talvez, por conta disso, o projeto tenha sido retirado de pauta com previsão de retorno para a próxima segunda-feira. (Fonte: Jornal Extra)

Utilidade pública

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro derrubou o veto do governo ao Projeto de Lei 183-A/2015, de autoria do deputado Carlos Minc, que, ao alterar a Lei 4223/2003, determina que as agências bancárias, no Estado do Rio de Janeiro, sejam obrigadas a aceitar o pagamento de contas de água, luz, telefone e outras taxas, independentemente do cidadão ser ou não correntista da instituição. Pela lei agora aprovada – que entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial –, as agências deverão fixar cartazes informando a norma e, caso a descumpram, estarão sujeitas a multas estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor. As instituições terão um prazo de 120 dias para se adequarem, a partir da entrada em vigor da nova lei.

Non sense, ou nem tanto.

Esse era o anúncio de Sérgio Cabral nas eleições de 2006: “Sérgio Cabral é o mais preparado para governar o Rio de Janeiro porque tem um compromisso com a eficiência. Compromisso em fazer as coisas bem feitas, falar com as pessoas direito e tratar o dinheiro público com honestidade e respeito”.

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Uma resposta em “14 de fevereiro de 2017

  1. Concordo com a iniciativa do Minc pois os bancos prestam alguns serviços que são de utilidade pública muito embora, na atualidade, seja mais prático o consumidor colocar suas contas em débito automático. A meu ver, todas as faturas de concessionária e guias de recolhimento de tributos devem ser aceitas em qualquer instituição financeira. Inclusive a arrecadação do Estado do Rio de Janeiro!

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