28 de agosto de 2016

Frase do dia

O Brasil tem fome de ética e passa fome em consequência da falta de ética na política. (Hebert de Souza)

Corvina

Apesar dos preços nas peixarias, há pessoas vendendo corvinas a dez reais a peça (sem pesar se têm dois, três ou quatro quilos) na orla de Muriqui. Peixarias tradicionais do distrito suspeitam que a prática seja patrocinada e suportada por milicianos.

Começaram as caminhadas

No dia de ontem, começaram as caminhadas dos candidatos a prefeito pelas ruas do município. Na Praia do Saco a caminhada foi do candidato vereador Alan Bombeiro e seus apoiadores. Em Muriqui, o ex-prefeito Aarão e sua turma. Os demais candidatos continuam apenas nas redes sociais ou atrás dos “jingles” dos carros de som.

Enquete

Uma enquete, realizada através das redes sociais objetivando o levantamento das intenções de voto para prefeito, teve sua terceira parcial publicadano dia de ontem. Lembrando que “enquete” não é pesquisa eleitoral, sem rigores estatísticos, fiscalização da justiça eleitoral e em um universo restrito a quem tem acesso à internet, seus dados podem não corresponder à realidade da população em geral. De qualquer forma, nessa enquete, o vereador Alan Bombeiro aparece em primeiro lugar, o ex-prefeito Aarão em segundo, o atual prefeito Dr. Ruy em terceiro, Cassinha do José Miguel em quarto, José Carlos Costa em quinto e Emil de Castro em sexto lugar. Asseguram os organizadores da enquete que foram 1.268 respostas.

Grande teatro

Quem acompanha as sessões do julgamento do impeachment da presidente Dilma Roussef pela TV nem sempre consegue captar o clima interno entre os senadores no plenário. Acordos entre parlamentares, discussões paralelas e até mesmo momentos de descontração acabam passando despercebidos. O clima de tensão e rivalidade que aparece diante das câmeras não traduz o conjunto das relações entre os senadores, que fora da disputa política, mantêm um relacionamento mais amigável. Isso ocorre porque a transmissão oficial do julgamento, feita pela TV Senado e retransmitida para outras emissoras, respeita o direito de fala. Ou seja, a imagem é sempre de quem detém o microfone. Na hora do discurso oficial, os senadores vestem personagens que, por vezes, não coincidem com o que são nos bastidores, onde as lentes da TV não alcançam. Enquanto o público assistia ao depoimento do auditor fiscal Antônio Carlos D’Ávila, no fundo do plenário, o combativo líder da minoria, Lindbergh Farias (PT-RJ), se uniu à uma roda de rivais tucanos, onde deu início a uma longa conversa cheia de risadas com dois dos maiores críticos do governo Dilma, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).Bastidores

Grande teatro II

Também não foi possível ouvir pela TV a quantidade de risos que vinham do cafezinho do Senado, espaço restrito ao lado plenário. Enquanto alguns senadores interrogam as testemunhas, é natural que outros deixem o plenário para um pão de queijo com café, ou chá de gengibre, especialidade da casa. Outra realidade escondida é que o plenário fica por mais tempo vazio do que cheio, já que os senadores se ausentam quando não é a vez deles de falar. Encontros pouco prováveis também ocorrem nas costas das câmeras. Poucos sabem, mas o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, e os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Aécio Neves (PSDB-MG), que muitas vezes aparecem nos vídeos se confrontando, são amigos de longa data. Cardozo já foi deputado federal e conviveu com os colegas na Câmara. Durante um depoimento pouco empolgante de sua própria testemunha, ele preferiu virar sua cadeira de costas para a mesa central e passou quase uma hora dando risadas com os rivais políticos Aécio e Caiado.Bastidores 1

Narizinho

Segundo o portal do Senado Federal, a senadora Ana Amélia protocolou nessa sexta-feira representação contra a colega Gleisi Hoffmann no Conselho de Ética do Senado por suas ofensas e calúnias contra os senadores durante o julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff por crime de responsabilidade. Em momento bizarro, Gleisi afirmou que o Senado não tem “moral” para julgar a presidente Dilma. No documento, Ana Amélia exige que a senadora petista diga quais senadores não teriam moral para a julgar a presidente afastada.

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