17 de agosto de 2016

Frase do dia

Todos os que desfrutam acreditam que na árvore o que importa é o fruto, quando na verdade o que importa é a semente. (Friedrich Nietzsche)

Primeiro dia

Começou quase fria a campanha eleitoral deste ano. Nenhum carro de som nas ruas, nem “santinhos” ou folhetos. O único lugar onde alguns candidatos apareceram foram as redes sociais, seja através de textos, seja através de material gráfico.

A propósito, bom conselho

Hoje se iniciou oficialmente o período que irá decidir o futuro de Mangaratiba para os próximos anos. Por isso, pense bem, veja as propostas de cada candidato. Não se deixe levar pelo entusiasmo de um tapinha nas costas. Agora, todos são amigos. Depois, nem se lembram de você. (De um eleitor consciente)

Falta de água

Cansados de reclamar da falta de água em diversos locais do município, moradores estão se organizando em novo abaixo assinado para ser entregue à promotoria de tutela coletiva de Angra dos Reis com a seguinte chamada: “A população de Mangaratiba, cansada de sofrer com a falta d’água, os péssimos serviços prestados pela CEDAE e com o não posicionamento da atual gestão municipal, está neste momento recolhendo assinaturas no Centro, na Praça Robert Simões, para encaminhar a insatisfação com o serviço aos órgãos competentes. Se você também é um morador ou veranista insatisfeito, venha agora assinar o manifesto do Movimento Mangaratiba Contra a CEDAE!”

E Mangaratiba ficou de fora

Os jogos olímpicos atraíram para a capital fluminense cerca de 650 mil turistas nacionais e 350 mil estrangeiros. A informação é da Riotur, empresa de turismo do município do Rio de Janeiro, que estima uma injeção de US$ 1,8 bilhão na economia da cidade. Ainda segundo a empresa, em 2014, na Copa do Mundo, houve movimentação de R$ 4,4 bilhões em 31 dias de competição e no Réveillon deste ano foram gerados US$ 686 milhões (R$ 2,2 bilhões). Mas não é só a capital que sai lucrando: o interior do estado recebe 20% do total de turistas que estão na capital por causa dos jogos olímpicos, segundo revela a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. Segundo o secretário estadual de Turismo, Nilo Sergio Felix, a procura foi tanto pela Região Serra quanto pelo litoral. “As taxas evidenciam que os municípios do interior estão despontando, cada vez mais, como opções de viagens dos turistas nacionais e internacionais. Esse enorme fluxo de visitantes nas regiões turísticas vai movimentar a economia”, afirma o secretário. (Fonte: Elizeu Pires)

Depenada

O mistério da faixa presidencial chegou ao fim: ela foi encontrada após a auditoria do TCU. A peça, que deveria estar num cofre, foi descoberta na gaveta de um dos armários do Palácio do Planalto. A faixa, no entanto, não está completa. Falta o imponente broche de ouro 18 quilates maciço, cravejado com 21 brilhantes. No centro, há a face da mulher que simboliza a liberdade na pintura de Delacroix “A liberdade guiando o povo”. (Revista Veja)

A carta

A presidenta afastada Dilma Rousseff  divulgou, ontem, uma carta à população propondo a realização de plebiscito sobre a convocação de eleições presidenciais antecipadas. Na carta, Dilma aborda a crise política e defende que a população decida sobre a realização de um novo pleito presidencial. “A restauração plena da democracia requer que a população decida qual o melhor caminho para melhorar a governabilidade”, disse, ao ler o documento, direcionado à nação e aos senadores, durante entrevista coletiva à imprensa no Palácio da Alvorada. A presidente afastada apenas leu o documento e não respondeu perguntas. No documento, intitulado “Mensagem ao Senado e ao povo brasileiro”, Dilma reafirma que não cometeu crime de responsabilidade e classifica o processo de impeachment contra ela de “golpe“.  Dilma diz que caso o Senado decida pelo afastamento definitivo dela da Presidência da República haverá “ruptura da ordem democrática baseada em um impeachment sem crime de responsabilidade”. Na carta, Dilma também reconhece erros cometidos durante seu governo e acena com mudanças na política econômica caso retorne à presidência. A presidenta disse ainda que o processo é injusto, pois foi “desencadeado contra uma pessoa honesta e inocente.” Dilma disse ainda que apoia a luta contra a corrupção e que ela é “inegociável”. “Não tenho contas secretas no exterior, nunca desviei um único centavo do patrimônio público e não recebi propina de ninguém”, disse Dilma ao ler a carta, em referência ao deputado afastado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A presidenta afastada convocou uma coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada para explicar os argumentos da carta, debatidos nos últimos dias com aliados. O texto que será encaminhado aos senadores aponta um dos últimos posicionamentos de Dilma antes do julgamento final do processo de impeachment. Acompanharam Dilma na entrevista os ex-ministros Eleonora Menicucci, Jaques Wagner, Ricardo Berzoini  e Aloizio Mercadante. (Agência Brasil)

A carta II

A divulgação de uma carta ao país e aos senadores que vão julgá-la a partir do dia 25 é um movimento correto da presidente afastada, Dilma Rousseff. Mas é uma ação que chega tarde para ter efeito político a fim de evitar o impeachment. Em linhas gerais e se não mudar de ideia mais uma vez, a petista deverá divulgar a carta hoje, repetindo que é vítima de um golpe e manifestando apoio à ideia de um plebiscito para tentar antecipar a eleição presidencial de 2018. Dilma foi aconselhada por auxiliares a propor a antecipação da eleição presidencial antes da votação de 17 de março, na Câmara, quando os deputados aprovaram o pedido de impeachment. Se confirmar essa proposta hoje, será uma demora de cinco meses para agir. Nesse tempo, Michel Temer se reuniu com diversos senadores e angariou apoio para aprovar o impedimento. Bastava à petista, tanto na Câmara como no Senado, obter o suporte de apenas um terço dos parlamentares para barrar o impeachment. Mas ocorreu uma desidratação do apoio político a Dilma, enquanto cresceu o empenho do empresariado e do mercado financeiro para viabilizar a ascensão de Temer. No entanto, a carta de Dilma não deverá mudar votos na decisão final dos senadores. Mais uma vez, ela age com atraso. Faz o que quer e na hora que quer, dando poucos ouvidos ao PT e ao ex-presidente Lula. Incapaz de articular uma reação política efetiva nos últimos meses, demonstrando a mesma inabilidade que teve no período em que governou, Dilma facilitou o fortalecimento de Temer e a transformação da perda do poder num fato consumado. Dilma nunca soube ser presidente. (Kennedy Alencar, rádio CBN)

A carta III, por SPONHOLZCartaDilma

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