26 de junho de 2016

Frase do dia

Todo grande erro tem um momento no meio do caminho, uma fração de segundo em que ele pode ser interrompido e talvez remediado. (Pearl S Buck)

Cadê a FMP?

Estou aqui para tentar sanar uma dúvida. Neste mesmo período ano passado, estávamos com uma série de atividades culturais. Onde eu mesmo participei. Infelizmente, nem ao menos consigo achar a pagina da Fundação Mario Peixoto na rede social Facebook. Será que este ano teremos algum projeto no mesmo molde? Fica minha dúvida! (De um morador via área de comentários)

Cadê a MFP II

Ao que se sabe, a atual gestão municipal determinou o fim de qualquer página em rede social de órgãos da prefeitura que não sejam as controladas pela Comunicação Social. Em outras palavras: “democracia, mas nem tanto.”

Lixo na rua

Não resta dúvida de que a primeira fase da operação de implantação de lixeiras em diversos locais do município foi muito bem recebida pela população, especialmente porque os pontos foram dotados de bases em concreto e latões ou lixeiras de grande capacidade. Entretanto, espera-se, agora, que haja uma “segunda fase”, na qual as pessoas sejam orientadas a usá-las adequadamente. Já nos primeiros dias, em pelo menos dois locais, constatou-se que o lixo continuou a ser depositado fora do local adequado.Lixo na rua II

Não é bem assim

Divulgou o deputado estadual Pedro Augusto. “Estive hoje na Ilha de Marambaia, juntamente com o Almirante Nélio, concedendo ao Comandante Cláudio Leite da Marinhade Mangaratiba, a Medalha Tiradentes. Parabéns à Marinha do Brasil pelo trabalho humanitário feito na ilha da Marambaia pois é a Marinha que ajuda as 100 famílias, cerca de 350 pessoas moradores nativos da Marambaia , ajuda com o transporte náutico diário até o continente, na segurança e nos casos se urgência e emergência o corpo de saúde da Marinha ajuda a salvar vidas , lembrando que a responsabilidade direta seria da prefeitura de Mangaratiba porém esta é ausente. A Marinha, mesmo com a crise financeira que atingiu nosso país continua com este belo trabalho humanitário ajudando as famílias nativas da Ilha da Marambaia.”

Não é bem assim II

A assessoria do deputado Pedro Augusto bem que poderia ter feito uma breve pesquisa a respeito da comunidade quilombola da Marambaia. Se tivessem feito, descobririam que há mais de quarenta anos a Marinha tenta retirá-los do local. Descobririam que, até há bem pouco tempo atrás, os moradores não podiam fazer qualquer tipo de melhoria em suas residências. Descobririam que, durante muito tempo, as residências de moradores que faleciam não podiam ser ocupadas por seus descendentes, ficando interditadas. Descobririam que os quilombolas da Marambaia não podem receber visitas oriundas do continente, para festejos, aniversários, etc, sem prévia autorização da Marinha. Descobririam que o único meio de transporte para a ilha ou para o continente é o “aviso” da Marinha porque outras embarcações são proibidas de atracar no local. Descobririam que, há alguns anos, na comemoração do dia da consciência negra, quando os quilombolas fazem uma tradicional feijoada, autoridades públicas municipais foram impedidas de atracar na ilha. Descobririam, finalmente, que esses quilombolas só não foram definitivamente expulsos da ilha por conta de haverem recebido, em outubro de 2016, a titulação definitiva de suas terras, assegurando o domínio coletivo de 52,99 hectares para as 124 famílias remanescentes do antigo quilombo pelo INCRA.

Bastava pesquisar na internet

Está tudo na página do Incra: “As famílias da comunidade quilombola da Ilha de Marambaia, localizada no município de Mangaratiba, receberam nesta quinta-feira a titulação definitiva de suas terras, assegurando o domínio coletivo de 52,99 hectares para as 124 famílias remanescentes do antigo quilombo. Os seis títulos de áreas não contínuas foram entregues pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, pelo diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, Richard Martins Torsiano, e pela coordenadora geral de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra, Isabelle Alline Lopes Picelli. Essa titulação assegura o desenvolvimento de atividades extrativistas, culturais, além da preservação do meio ambiente a fim de garantir a auto sustentabilidade e o desenvolvimento da comunidade quilombola. Segundo o presidente Associação dos Remanescentes de Quilombos da Ilha de Marambaia, a titulação é a realização de um grande sonho. Os antropólogos definem quilombo como um território próprio das comunidades negras rurais as quais mantêm costumes tradicionais (práticas culturais com origens à época da escravidão), além da conservação de uma relação de subsistência do ecossistema. Na década de 70, a ilha passou a ser usada para treinamento de fuzileiros navais, iniciando disputa pela posse da área entre a Marinha e a Associação dos Remanescentes de Quilombos da Ilha de Marambaia (Arqimar). A área foi certificada como comunidade quilombola pela Fundação Palmares, órgão vinculado ao Ministério da Cultura, em 2004. Para assegurar a regularização da comunidade foi firmado Termo de Ajustamento de Conduta entre a Arqimar, Marinha, Incra e Ministério Público Federal. De acordo com as negociações, a Marinha continua gerindo a Ilha de Marambaia e a comunidade quilombola recebeu a titulação definitiva de 52,99 hectares para desenvolvimento de suas atividades econômicas e culturais. (Com informações da Ascom MDA)

Trapaças da vida

Quem nasceu ou morou algum tempo em Brasília já ouviu falar na história do sargento Silvio Hollenbach. Em 1977, ele passeava no zoológico da capital com seus filhos quando viu um garoto de 13 anos cair e ser atacado no fosso das ariranhas. Ele se atirou no fosso e conseguiu salvar o garoto. Mas, morreu dias depois por infecção generalizada devido às mordidas dos animais. Ele ganhou um busto no zoológico e sua história de heroísmo é uma das mais famosas de Brasília. O menino que foi salvo, no entanto, nunca agradeceu aos familiares do sargento. Nem sequer um obrigado ou solidariedade com aqueles que perderam um pai para que um outro menino pudesse viver. Hoje, a história e Brasília se reencontram. O menino salvo pelo sargento chama-se Adilson Florêncio da Costa. Vivo, pôde subir na vida e chegou ao cargo de diretor financeiro do Postalis (fundo de pensão dos Correios). Rico, foi preso hoje na operação  “Recomeço” da Polícia Federal. Ele é suspeito de desvios milionários no fundo de pensão dos funcionários dos Correios, de surrupiar a aposentadoria de quem esperava descansar após uma vida de trabalho. (Vera Magalhães, revista Veja)

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5 respostas em “26 de junho de 2016

  1. Hehehehehehehehehehehehehehe….
    Rindo muito!!.Esse Deputado e sua tropa de ataque, para vencer a eleição Municipal, se combinam. Principalmente aos seus candidatos a vereança!..Hehehe…Parece que um baita vagão de pessoas desinformadas chegaram em Mangaratiba e Itacuruçá, simplesmente para se candidatarem.Nunca foram do Municipio e nem histórias possuem aqui.
    Então foraaaaaaaaaaa!!!!!!!!!

    • espião.
      Lamento constatar que os locais,com história e tudo fizeram uma baita lambança.
      Podemos importar…
      Sempre pode piorar!

  2. Professor:
    Tudo pelos VERDADEIROS quilombolas.
    Mas,há quem assegure que,no caso,são na maioria fake.
    Apenas invasores oportunistas,como o MST. Desminta se for o caso.

  3. Professor:
    Tudo pelos VERDADEIROS quilombolas.
    Mas,há quem assegure que,no caso,são na maioria fake.
    Invasores,tipo MST.
    Sinceramente,agradeceria um desmentido.

  4. Professor:
    Ouvi na GN o seguinte:
    John Maynard Keynes disse:”A longo prazo, todos estaremos mortos”.
    Enquanto isso vamos curtir a belíssima tarde de domingo.
    No nosso caso a médio prazo.
    Não temos tempo para prefeitos que MENTIRAM e/ou fizeram coisas piores,que nem me atrevo (talvez o espião)a mencionar.
    O que fazer?
    PS.:Eram(ou são) os quilombolas fakes?

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