24 de junho de 2016

Frase do dia

O balão vai subindo, vem caindo a garoa. O céu é tão lindo e a noite é tão boa. São João, São João, acende a fogueira do meu coração. (Festa de São João)

(In)Segurança

Voltaram a ser registradas denúncias de assaltos nas ruas internas de Itacuruçá. A última aconteceu na manhã de ontem, na passagem de nível de pedestres da rua Boa Vista, quando um meliante roubou o telefone celular de uma mulher que passava pelo local. A cara de pau do bandido foi tamanha que ele retirou o chip do aparelho e o devolveu à vítima dizendo que só queria o telefone.

Bangu 8

Despacho da desembargadora Gizelda Leitão quanto ao pedido de prisão especial para o ex-procurador Leonel Bertino. “Ante o exposto, indefiro o pedido de prisão domiciliar ao Réu/Requerente, devendo ser encaminhado tão logo se apresente (como promete) ao Sistema Prisional que dispõe de instalações adequadas à sua condição de Advogado. Rio de Janeiro, 22/Junho/2016. Desa. Gizelda Leitão Teixeira – relatora)

Feijão com arroz

A presidente afastada Dilma Rousseff usou os estoques reguladores do governo para doar 625,4 toneladas de feijão a Cuba. Além disso, o Brasil ainda pagou o transporte do produto doado até Havana. Esse feijão agora faz falta, porque a falta do produto provoca alta no seu preço, obrigando o presidente Michel Temer a determinar a importação do produto para conter os preços. Em outubro do ano passado, o governo Dilma promoveu mais um leilão de contratação de frete para a remoção dessas 625,4 toneladas de feijão para “doação humanitária” a Cuba. O feijão, tipo 2, foi acondicionado em sacas com 50 kg, cada.
O feijão foi embarcado no porto Navegantes, em Santa Catarina (SC). Também na mesma ocasião, o governo Dilma fez doação semelhante de arroz para a Faixa de Gaza. Arroz que, igualmente, fez falta aos brasileiros.
(Diário do Poder)

Limpeza geral

Após uma safra de notícias ruins da Lava Jato para o PMDB, a Operação Custo Brasil traz o PT de volta ao centro dos holofotes. Uma diligência na sede nacional do partido tem peso simbólico forte, provocando mais desgaste de imagem da legenda. Essa ação, um desdobramento da Lava Jato, produz ainda mais dificuldades para a estratégia da presidente afastada, Dilma Rousseff, de tentar voltar ao poder. Paulo Bernardo é um quadro importante do partido. Foi ministro nos governos Lula e Dilma. Bernardo é o primeiro ex-ministro de Dilma alvo de um pedido de prisão. No caso dele, é uma ordem de detenção preventiva. Em relação ao ex-ministro da Previdência Carlos Gabas, amigo de Dilma, as providências foram um convite para depor e uma ação de busca e apreensão na sua casa. Até hoje, o preso mais próximo a Dilma era o marqueteiro João Santana. No primeiro mandato da presidente, Paulo Bernardo foi ministro das Comunicações. Da ala moderada do PT, ele foi muito criticado pelo partido por resistir às pressões pela regulamentação da mídia. No governo Lula, Bernardo comandou o Planejamento. Sempre teve bom trânsito com o empresariado e outros partidos políticos. Bernardo e a senadora Gleisi Hoffmann, com quem é casado, negam as acusações feitas no âmbito da Lava Jato. A defesa dele diz que a prisão é arbitrária. (Kennedy Alencar, rádio CBN)

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