30 de maio de 2016

Frase do dia

Noventa por cento dos políticos dão aos dez por cento restantes uma péssima reputação. (Henry Kissinger)

Na aba

A ordem dos fatores altera sim o produto.  Vejamos o que disse o prefeito a respeito do evento ”Gastronomia do mar”. Disse ele: “Um evento da Prefeitura de Mangaratiba em parceria com a Fecomércio.”. Na verdade, foi um evento da Fecomércio, idealizado pelo empresário Essiomar Gomes, presidente do sindicato do comércio varejista que contou com a parceria da prefeitura..

Mas como assim?

Um morador, defendendo o vereador Alan Bombeiro, deixou escapar uma pérola bastante intrigante. “Falar de uma pessoa decente é fácil, eu queria ler uma matéria falando do banheiro com ar condicionado colocado nesse final de semana na praça de Mangaratiba, como se tivéssemos nadando em dinheiro.” Banheiro com ar condicionado?

De volta ao foco

Tal e qual a Ampla e a Expresso Mangaratiba, o HMVSB não consegue ficar muitos dias sem aparecer no noticiário do município. Denuncia uma moradora: “Preciso relatar o que eu presenciei hojeno hospital de Mangaratiba. Fiquei pasma ao ver funcionários da limpeza andando dentro das salas de atendimento da emergência, que deveriam ser o mais limpas possível, com lixeiras abertas, cheias de resíduos misturados (Pasmem: seringas, agulhas, borboletas e material usado para acesso, frascos de soro de todos os tipos, ampolas de medicamentos) jogados sem a menor preocupação, todos misturados a resíduos comuns, desses que se dispõe em lixão, aterros ou qualquer canto que esses acéfalos achem conveniente e ”barato”. Os funcionários não usam luvas para manusear esse tipo de resíduo, nem sapatos de segurança, muito menos devem ter algum treinamento em como manusear esse tipo de material. Fiquei apavorada ao ver essas agulhas misturadas a resíduos comuns.
Extintores de incêndio vencidos, com testes hidrostáticos vencidos há muito tempo, funcionários da enfermagem sem jaleco, médicos sem jaleco, banheiro da emergência em estado crítico de sujeira, pacientes com dengue jogados na emergência por falta de leitos para internação. Fico me perguntando que tipo de horrores ainda vamos ver nesse açougue que chamam de hospital! Será que vai virar moda entregar crianças mortas em caixas de sapato?
Será que ele é atendido lá, ou sua família? E outra, será que eles tem controle de destinação desse resíduo? Porque da forma como eu presenciei a funcionária misturando tudo, eu realmente duvido que alguém faça alguma segregação desse resíduo antes de mandarem-no para algum tipo de aterro ou lixão que é o que deve ser bem mais provável.”
(Amandinha Kuka)

Tudo por você

Estive hoje, pela manhã, no supermercado Guanabara de Itaguaí, e no açougue eu presenciei que a atendente, embora estivesse fazendo uso da máscara respiratória, estava resfriada, tossindo e com coriza. Não comprei o que eu queria, preferindo comprar um produto já embalado pela indústria, paguei a mercadoria e me dirigi ao Gerente daquela filial, que no crachá estava identificado como Marcus. Expliquei a ele a situação da atendente, pedi que ele trocasse a funcionária daquela função, colocando-a em um local mais adequado, e ele simplesmente me disse que não faria isso, porque não era do seu conhecimento que a funcionária estava resfriada, que não trocaria ela da função porque aquele era o setor dela, e que se ela quisesse se cuidar, teria ido ao Médico e posteriormente comprovasse, para que sua falta fosse abonada. Argumentei que estava ali como um cliente, e que as condições de atendimento feito por aquela funcionária, na situação em que se encontrava, não era adequada para o atendimento de produtos fracionados, principalmente de carnes, e o gerente simplesmente me respondeu que em Itaguaí tem outros mercados, diversos açougues e que eu não estava sendo obrigado a comprar no Guanabara. Agora eu quero saber o que faz a Vigilância Sanitária em Itaguaí? (Sérgio Prata)

Mérito próprio

Lorrayne Isidoro Gonçalves, de 17 anos, está com viagem marcada rumo a Copenhague, na Dinamarca, para representar o Brasil na 16ª Olimpíada Internacional de Neurociência, que acontece de 30 de junho a 4 de julho. Aluna de escola pública e moradora da Favela da Camarista, no Méier, subúrbio do Rio de Janeiro, a jovem superou outros 13 concorrentes na final do torneio da 4ª Olimpíada Brasileira de Neurociências. Para vencer a competição, Lorrayne teve de responder 100 questões em provas de neuroanatomia, neurohistologia, neurofisiologia e neurociências clínicas. Durante o preparo para a olimpíada internacional, a garota que já fala inglês e francês também começou a estudar dinamarquês por conta própria. Ela diz que é para poder se comunicar melhor durante a competição. Ao ver um material de divulgação sobre a competição de neurociência no corredor da escola, Lorrayne decidiu arriscar. A primeira iniciativa foi procurar uma orientadora, requisito para participar da olimpíada. Camila Marra, professora de biologia no colégio, assumiu a missão. Os estudos começaram com o empréstimo de livros de graduação para Lorrayne ler durante as férias. Quando as aulas voltaram, a estudante já tinha devorado os livros. (Fonte: Educação Uol.com.br)

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3 respostas em “30 de maio de 2016

  1. Na verdade Mangaratiba ta muito didtante, quase uma utopia acharmos que temps condicao dr sediar algo.
    Nada se tenta fazer aqui da certo, seja no esporte, cultura, turismo e etc.Mangaratiba esta desgastada, Adm q são mais politicos do q bem intencionados, e quando tem algo nas mãos não sabem fazer nada.Lamentavel!
    Paraty nesse ponto da aila de Administracao e competencia.

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