24 de maio de 2016

Frase do dia

Todos os homens são iguais por natureza, feitos do mesmo barro pelo mesmo criador. Embora nos iluda­mos, tanto é estimado por Deus o camponês pobre quanto o príncipe poderoso. (Platão)

HMVSB (de novo)

Boa tarde. Hesitei em fazer essa postagem, pois não quero me fazer de vítima, mas me senti na obrigação pois como aconteceu comigo, pode acontecer com muitos.  Fui vítima de um diagnóstico errado, um parecer clínico equivocado, e nenhuma prestação de socorro no Hospital de Mangaratiba. Passei mal semana passada e me dirigi ao posto de saúde de Muriqui, onde fui prontamente atendida e medicada. Dias depois, apareceriam em minha pele manchas, e fui ao hospital. Estava bem, mas em horário de trabalho, e como coçava muito, me dirigi até lá. O médico que me atendeu fez poucas perguntas, olhou superficialmente as manchas e diagnosticou: Zika. Perguntei se não era preciso algum exame para tal diagnóstico, e ele disse que não, bastava comprovação clínica. Me mandou ao PS para que tomasse duas medicações. Lá, fui atendida como um bicho, tendo que expor minha nádega no local a todos, até a guarda municipal que estava lá dentro, batendo papo. Assim que aplicaram a injeção, eu passei mal. Tive um desmaio e apenas me puxaram uma cadeira para sentar, disseram que a pressão baixou (sem medir) e falaram que era frescura minha. Totalmente fora de mim, assim que recobrei o mínino de minhas faculdades, liguei para meu marido ir me buscar (seu telefone fica na discagem de emergência do meu celular). Eu já não tinha condições de andar sozinha. Ele estranhou eu entrar bem no hospital e sair daquele jeito. Questionou e foi destratado. Fui embora e tomei a medicação que o médico prescreveu. Tive que comprar tudo pois não tinha nem em Mangaratiba (no posto da saúde do centro) nem em Muriqui. Dia após dia, piorava, mas sem sintomas da Zika: não tive febre, nem diarreia, nem dores articulares. Só esse empolado que aumentava e uma moleza no corpo que não me deixava levantar da cama. Minha mãe já preocupada, me obrigou ontem à ir na Cemeru. Foi aí que tivemos a surpresa: fizeram exames! E não se tratava de Zika! Estou com outra patologia, facilmente diagnosticável com exame de sangue. Ao olhar com mais calma para os vermelhos da pele, falou que não se tratavam de manchas virais. O médico informou que a medicação que me deram podia ter me matado. Meu desmaio foi uma reação do meu corpo à medicação errada que me deram. Não era frescura! Com a medicação certa, hoje estou melhor! Bem melhor. Quase sem manchas, mas ainda preciso de repouso. Fica então o alerta, pois nem todos podem ir a um hospital particular. Cuidado com o diagnóstico de Zika! Exija exames. Um diagnóstico errado pode matar! E eu quase morri. (Anne Stael Ferraz, via facebook)

Gentileza devia gerar gentileza

Em respeito ao evento programado pela Fundação Mário Peixoto na Praça Robert Simões na última sexta-feira transferimos a apresentação do Coro de Coreto para o dia 27 de maio, deixando livre o espaço. Auxiliamos até na divulgação do mesmo. No entanto, a exibição do filme Limite foi deslocada para o Centro Cultural Cary Cavalcanti sem que a instituição tivesse a cordialidade de nos comunicar previamente. Se assim tivesse sido feito, teríamos a chance de levar música à praça conforme agendado, permitindo que o público optasse por uma das duas programações. Infelizmente a nossa gentileza não gerou gentileza, mas sim o descaso da Fundação Mário Peixoto conosco e com a população de Mangaratiba, já habituada às apresentações musicais que acontecem quinzenalmente nos jardins do centro do nosso município. Nesta sexta-feira, dia 27, temos um encontro musical marcado na praça! Esperamos todos vocês! (Badeco Batista)

Assim, a Ampla vai falir

As concessionárias de energia devem pagar multa aos clientes no caso de interrupção dos serviços. Essa é a obrigação prevista no projeto de lei PLS 209/2016, de autoria do senador Ronaldo Caiado que está em análise na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal.

Virou piada

A presidente afastada Dilma Rousseff foi alvo de um quadro do programa humorístico americano Saturday Night Live, uma especíede “Zorra Total” dos EUA. A apresentadora Maya Rudolph, de cabelos curtos, charuto em uma das mãos e drink tropical colorido em outra, retrata a presidente no jornal fictício Weekend Update. O video está, em sua maior parte, em inglês e ela diz? “No Brasil, nós temos problemas muito maiores que um pequeno impeachment: nossa economia é uma grande recessão, nossos rios estão contaminados por dejetos humanos, e nós temos vírus zika nos mosquitos”. Ao ser questionada sobre a diferença entre o processo de impeachment e aposentadoria, a “presidente” diz que cada um chama como quiser, e afirma estar feliz. Diz que pode ir à praia, tomar guaraná, comer moqueca de camarão e brigadeiros, como uma caricatura da América Latina. Ao ser questionada se o Brasil está pronto para as olimpíadas, a presidente responde que falta construir os prédios e limpar os rios. O programa ainda satiriza o tema comparando a construção de prédios com o sistema americano, onde em festas e encontros sociais cada um leva a sua própria cerveja (BYOB). Na olimpíada “cada um traz o seu próprio prédio”, diz a atriz, interpretando a presidente. (Com informações do Diário de Pernambuco e do Correio Braziliense)

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