10 de maio de 2016

Frase do dia

Se você não consegue convencê-los, confunda-os. (Harry Trumam)

Aconteceu domingo

Eu estava lanchando na Praça do Skate, quando vi um moça cair de bicicleta. Primeiro descaso foi da Polícia, que estava no local e nada fez. Segundo e ainda maior, o descaso do médico, que não autorizou a saída da ambulância. Uma conhecida fez contato com as “autoridades” e socorreu a moça e a levou no posto. Todos ja sabiam do acontecido, pois o secretário de saúde já tinha ligado dando “esporro”. Resumo: cada um faz o que quer e quem sofre é a população. Obrigada Polícia Militar, por ter negado socorro. Obrigada médico competente, que negou socorro. Obrigada prefeito. Obrigada Thais Bastos, por ter interrompido seu lanche com sua família e amigos para levar uma moça que não conhecia até o posto, prestando assim, ajuda necessária. Por mais pessoas como você! (Marynah Novaes)

Abusos da Expresso

A cada novo dia a Expresso Mangaratiba apresenta novidades para os moradores do município. O relato a seguir aconteceu ontem. “Boa noite, venho por meio deste, expor minha revolta contra a nossa “querida e admirável ” Expresso Mangaratiba, estou eu em Itaguai (ponto do Guanabara), junto com a minha esposa, esperando a condução para Muriqui. Eis que passa um ônibus e não para no ponto. Como estava com tráfego, corremos ate o coletivo (umas 6 pessoas) e pedimos para abrir a porta, antes claro conferimos o trajeto do ônibus, que dizia (Itacuruça, Axixa e Muriqui). Embarcamos. O motorista muito mal educadamente disse: da próxima vez deixo todo mundo a pé, pois aqui não é ponto, como se estivesse com a razão, esquecendo ele q ele não parou no ponto. Viagem seguindo normalmente, até que chegamos em Itacuruça. Aí o mesmo vira e pergunta o que estávamos fazendo sentados, pois ali era o ponto final. Foi quando levantei, desci e fui verificar a placa, confirmando o trajeto. O motorista me indagou o quê eu estava verificando. Respondi que o itinerário era Axixa /Muriqui. Ele respondeu que ali era o ponto final e acabou. Resolveu descer do ônibus e ir para o bar. Como o fiscal viu que os nervos estavam alterados, veio perguntar o que estava acontecendo. Tanto eu, minha esposa e um casal de idosos, explicamos o acontecimento. Ele apenas disse: pô, que pena, acabou de sair um Axixa. Vocês precisam esperar o próximo. Hã, como assim? Ao invés de indagar o motivo pelo qual o motorista estava encerrando o trajeto na metade, ele simplesmente agiu como se fosse normal. Daí a chapa esquentou. Tive de sair do local, pois mais um minuto ali e eu agrediria ambos. Resumindo, tivemos que andar pelo Axixá até em casa, em Muriqui. Vou enviar fotos para o órgão responsável por verificar as empresas de ônibus, prefeitura de Mangaratiba e mídia sociais, só assim para ver se alguma providência é tomada.” (Marcus V. Batista, via facebook)

15 minutos de fama (capítulo I)

O substituto de Eduardo Cunha na presidência da Câmara, aceitou pedido da AGU e anulou processo de impeachment de Dilma. O presidente interino solicitou ao presidente do Senado, Renan Calheiros, a devolução imediata do processo de impeachment para a Câmara. Entre outros motivos, Waldir Maranhão alega que os partidos não poderiam ter fechado questão, influenciando os votos dos Deputados. Não poderiam os partidos políticos terem fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente. Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo. Maranhão anulou as sessões dos dias 15, 16 e 17 de abril, na Câmara dos Deputados.

15 minutos de fama (capítulo II)

O senhor Waldir Maranhão, que exerce interinamente a Presidência da Câmara, infringiu de modo flagrante o Inciso IV do Artigo 4º do Código de Ética da Câmara dos Deputados e tem de ser denunciado ao Conselho de Ética por quebra do decoro parlamentar. Lá está escrito:
“Art. 4o Constitui procedimento incompatível com o decoro parlamentar, punível com a perda do mandato: IV – fraudar, por qualquer meio ou forma, o regular andamento dos trabalhos legislativos para alterar o resultado de deliberação”. Pois é precisamente o que o senhor Maranhão está tentando fazer. Recorre a alegações ridículas para tentar mudar uma clara deliberação tomada pela Câmara. E o faz por quê? Todos sabem que está atendendo à pressão do Palácio do Planalto e do governador do seu Estado, o senhor Flávio Dino. (Reinaldo Azevedo)

15 minutos de fama (capítulo III)

A inesperada anulação do processo de impeachment na Câmara caiu como uma “bomba” no mercado financeiro no início da tarde dessa segunda-feira, fazendo com que, em poucos minutos, a Bolsa de Valores de São Paulo despencasse 3,49% e o dólar disparasse 4,90%, a R$ 3,677. Ao longo da tarde, porém, consolidou-se entre os investidores a interpretação de que a decisão do presidente interino da Casa, Waldir Maranhão, não será levada adiante. O presidente do Senado, Renan Calheiros foi rápido em afirmar que rejeitaria o pedido. Assim, os papéis e o real recuperaram parte das perdas nas horas seguintes, embora o tom de cautela permanecesse. (Fonte: O Globo)

15 minutos de fama (capítulo IV)

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, revogou na noite dessa segunda-feira decisão que ele mesmo havia proferido para anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em decisão surpreendente e sem fundamento jurídico, Maranhão havia acatado na manhã desta segunda recurso ingressado pela Advocacia-Geral da União que pedia pela retomada da ação contra a presidente da República. A canetada do novo comandante da Câmara provocou imediata reação e foi criticada pela oposição, por juristas e pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, que classificou a medida como “brincadeira com a democracia” e decidiu ignorar a determinação, dando seguimento ao impeachment. (Revista Veja)

15 minutos de fama (capítulo V)

A Executiva Nacional do Partido Progressista deve aprovar já nesta terça-feira, 10, a suspensão cautelar da legenda do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, para depois apreciar o pedido para sua expulsão definitiva, após o parlamentar maranhense acatar recurso da Advocacia-Geral da União e anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.  Ao mesmo tempo, o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão exonerou nessa segunda-feira o funcionário Thiago Augusto Azevedo Maranhão Cardoso, filho do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão. O pedido de exoneração partiu do conselheiro Edmar Serra Cutrim e foi assinado pelo presidente do TCE-MA, João Jorge Jinkings Pavão, após uma denúncia do jornal “Folha de S.Paulo” de que Thiago Maranhão Cardoso estaria atuando como médico em São Paulo e fazendo pós-graduação na mesma cidade enquanto exercia uma função comissionada de expediente diário em São Luís. (Diário do Poder)

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