3 de março de 2016

Frase do dia

Repita uma mentira mil vezes, até que ela se transforme em verdade. (Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista)

Registro

Moradores e comerciantes das proximidades da praça da igreja, em Itacuruçá, andam desconfiados e incomodados com a presença de uma dupla de moradores de rua que decidiu se instalar no coreto existente no centro da praça. Dessa vez, não é mais o antigo ocupante do local, que andava sozinho acompanhado de um cachorro, mas de dois homens absolutamente desconhecidos no distrito.

Registro II

O Instituto Boto Cinza, em parceria com a Embaixada Mundial de Ativistas pela Paz, realizará uma ação para alertar a sociedade e as autoridades públicas para a alta mortalidade de botos-cinza, cuja maior população reside na Baía de Sepetiba, e despertar a consciência coletiva para a conservação da biodiversidade. A ação acontecerá no dia 3 de março, quinta-feira, data estabelecida pela Organização das Nações Unidas como Dia Mundial da Vida Selvagem. O objetivo é juntar 345 pessoas, vestidas com blusas cinza, que representarão o número de botos-cinza recolhidos mortos da Baía de Sepetiba nos últimos dez anos. Para tanto, convocamos a sua participação e pedimos que mobilize amigos, vizinhos e parentes para que possamos alcançar nossa meta. Local, data e hora de concentração: Praia de Itacuruça (em frente à estátua de Iemanjá, dia 03/03/2016 às 9h. (Fonte: Revista Rota Verde)

Ampla

Amigos e moradores da Ingaiba e batatal essa foi mais uma batalha das muitas que temos convivido com o descaso que a Ampla tem feito com nosso povo em nosso bairro. Sempre a metade do bairro tem sido prejudicada, pois pensávamos que seria defeito em algum lugar do bairro, mas o problema maior é que a Ampla simplesmente ordena seus funcionários a desligarem a chave de alimentação de energia por algum tempo e, com isso, passamos por muitas noites conturbadas. Esse final de semana não foi diferente. Depois de passar a noite de sábado na escuridão, certamente iríamos passar o domingo também. Quando cheguei no local reclamei com os funcionários da Ampla. Eles disseram só lamentar dizendo que “mais uma vez vocês vão ficar no escuro.” Simplesmente chamei ajuda do povo e botei a minha vida e a vida da minha familia em risco. Atravessei o carro na rua e bloqueamos a saida da equipe de emergencia do local. Assim, tiveram que ligar a chave de alimentação novamente. Atenção meu povo, agora conto com sua ajuda para juntos reivindicar nossos direitos e irmos para justiça. Você que estiver de acordo me ajude com seu abaixo assinado.

Ampla II

Vale acompanhar e participar. “Desde ontem, eu, o companheiro Mauro Guedes e a dra. Margarete Coelho, resolvemos iniciar uma mobilização contra a concessionária de energia elétrica Ampla e fiquei de compartilhar aqui a minuta de uma representação na forma de um abaixo-assinado que irá coletar o apoio de pessoas tanto na forma presencial como virtualmente para depois ser levado ao promotor de tutela coletiva em Angra que trata da defesa do consumidor aqui na nossa região da Costa Verde. Sendo assim, elaborei um texto que abro para ser discutido dando a oportunidade a todos de contribuírem acrescentando ou modificando fatos, bem como propondo algo substitutivo. Lembro, porém, que devem ser encaminhadas apenas questões de alcance coletivo que atingem a municipalidade em geral, não casos individuais de um morador específico. Portanto segue aí a minuta e quero contar com a participação de todos. (NR. O texto da proposta de representação está disponível na página de facebook a seguir. https://www.facebook.com/groups/514615092021210/?fref=nf

Esquecidos

A população que mora nas comunidades de Ingaíba e Batatal não sofrem apenas com a Ampla. O relato abaixo mostra, com clareza, o quanto estão abandonados também na questão do transporte público. “Hoje ficamos de castigo no Batatal. O ônibus parou no começo da fazenda. Adivinhem por qual motivo? Combustível É mole? Ficamos esperando na escola e nada do ônibus da linha aparecer. Aí, começaram a surgir os passageiros na estrada, andando debaixo de chuva. Vieram a pé, andando um grande pedaço. Isso é um desrespeito muito grande com os moradores da Ingaíba, Batatal. O ônibus só voltou a circular quase duas horas depois.” (Elizabeth Antunes, via facebook)

Vou-me embora pra Pasárgada, lá, sou amigo do Rei

Aqui não é Pasárgada, mas os amigos do rei e dos seus súditos estão muito bem: Michel Elizario Santos, braço direito e esquerdo do Vitinho, gastou exatos R$ 57.200,00 da Câmara dos Vereadores de Mangaratiba em viagens só no segundo semestre de 2015. A informação é oficial! Câmara Municipal Mangaratiba; Despesas por credor. Última atualização: 01/03/2016 12:00:14; Favorecido: Michel Elizario Santos; Pagamento Empenho Nº 2015120000528 R$ 57.200,00. Fonte: Portal de Transparência da Câmara dos Vereadores de Mangaratiba. (Julio Diniz, via facebook)

Alvíssaras

Boa notícia envolvendo Mangaratiba. “A inserção de temas sobre história e cultura afro-brasileiras voltou à pauta com o debate sobre a Base Nacional Comum Curricular, que entre as propostas elimina tópicos como História Antiga, Medieval e Moderna para priorizar a História do Brasil, das Américas e da África. No entanto, a discussão das relações étnico-raciais na escola e a inclusão desses temas vêm muito antes da BNCC. Em 2003, entrava em vigor a Lei 10.639, que obriga a inserção, nos currículos de escolas públicas e particulares, da história e cultura africana e indígena. Passada mais de uma década, a realidade está longe do que prevê a lei. Andreia Prestes, especialista em educação da Fundação Vale, concorda que a não aplicação da lei e a ausência da história afro-brasileira no currículo tem a ver com o racismo. “O preconceito racial persiste e não trabalhar história da cultura afro-brasileira e indígena em sala de aula é um reflexo, porque o professor não vê importância. Mas existe também um movimento forte para que a lei seja aplicada”. Andreia conta que em 2012, a Fundação Vale começou a pesquisar questões da educação que poderiam ser abordadas em suas ações e descobriu que não existiam muitas instituições que trabalhavam para o fortalecimento da Lei 10.639. Daí nasceu a experiência piloto em Mangaratiba. Atualmente a Fundação Vale segue abordando o tema dentro do projeto Roda de Conversa, que prevê a entrega de uma maleta com 12 livros infantis às escolas. Percebendo a carência de títulos que abordassem história e cultura afro-brasileira e indígena, o projeto passou a incluir publicações do gênero ao acervo doado e levar às escolas públicas escritores representativos do tema, como Daniel Munduruku, indígena referência na autoria de livros infantis indígenas, e Sonia Rosa, que trata da cultura africana. De 2013 a 2015 mais de 30 municípios foram contemplados.”

Defeso

Começou anteontem, dia 1º, o período de defeso de cinco espécies de camarões marinhos (sete-barbas, branco, rosa, barba-ruça e santana ou vermelho) nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Até o dia 31 de maio estão proibidas as atividades de pesca de arrasto com tração motorizada para a captura de camarão, além de transporte e comercialização irregular do produto. Regulamentada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, por meio da Instrução Normativa nº 189/08, a medida visa promover a recuperação dos estoques, evitando assim a extinção das espécies e promovendo a pesca sustentável.

A crise é forte

A rede de supermercados Guanabara anunciou a existência de vagas de emprego em várias de suas unidades. Em Itaguaí, a fila de pretendentes atravessou quarteirões. Vale lembrar que, há menos de dois anos, quando as empresas do porto estavam em pleno funcionamento, a maior dificuldade dos comerciantes era a de conseguir mão-de-obra.Guanabara

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