5 de janeiro de 2016

Frase do dia

Se você acender uma luz para alguém, também iluminará seu caminho. (Buda)

Ampla

O dia de ontem foi de grandes problemas para os clientes da Ampla no município. Entre duas e três da madrugada faltou energia. Logo após, às dez da manhã, voltou a apagar tudo. A partir daí, foram pelo menos seis “pisca-pisca”, até o meio dia, quando a energia deixou de circular  definitivamente. O fornecimento só retornou perto das oito da noite.

Ampla II

Inúmeros moradores e comerciantes reclamam terem sido prejudicados pelas quedas e tentativas de retorno da energia realizados pela empresa. No início da tarde, já haviam informações indicando a queima de aparelhos eletrônicos, televisores e geladeiras, bem como da perda de produtos comercializáveis que necessitariam refrigeração permanente, como sorvetes e congelados de supermercados.

Ampla III

O quê aconteceu afinal? Um dos caminhos procurados pelos consumidores, o da consulta aos serviços de atendimento ao cliente da concessionária, sempre caia em uma gravação que dizia algo do tipo: “Há problemas de fornecimento de energia e Cabo Frio, Marica e região oceânica do Rio de Janeiro.” Nenhuma informação a respeito da Costa Verde. Para os moradores de Mangaratiba, nenhuma outra informação, apenas um ou outro boato de que a energia voltaria depois das nove da noite.

Ampla IV

Os consumidores que se sentirem prejudicados com a queima de aparelhos elétricos e/ou eletrônicos, como geladeira e computador, em decorrência da falta de energia elétrica, têm direito de solicitar ressarcimento junto à concessionária de energia elétrica, conforme Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica e o Código de Defesa do Consumidor. A queima de equipamentos eletrônicos e elétricos normalmente acontece no retorno da energia elétrica após a sua interrupção, causando avarias por sobrecorrente ou sobretensão. A sobretensão acontece quando a energia volta de repente e tem um pico de milésimos de segundos que pode alcançar os 500 volts quando a rede da cidade é 127 volts.

O que diz a lei

De acordo com o artigo 22 do CDC, “os órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer serviços adequados, eficientes, seguros e, quanto aos essenciais, contínuos. O Parágrafo único também salienta que nos casos de descumprimento, total ou parcial, das obrigações referidas neste artigo, serão as pessoas jurídicas compelidas a cumpri-las e a reparar os danos causados, na forma prevista neste Código”.

Como agir

O caminho a seguir para o consumidor requerer seus direitos junto à concessionária de energia elétrica, conforme Resolução 360/2009 da Anael (Agência Nacional de Energia Elétrica). “O consumidor tem até 90 dias para reclamar o ressarcimento de valores ou o reparo do aparelho. Portanto, as pessoas que tiverem seus equipamentos queimados, por exemplo, no dia de ontem 4 de janeiro em consequência do vai e vem da energia, pode reclamar até o dia 4 de abril”. O interessado em solicitar o ressarcimento deve ligar para a Ampla para agendar uma visita de um técnico da concessionária para verificar o “nexo causal”, que significa a relação de causa e efeito. A empresa tem o direito de ir até a casa do consumidor para fazer um laudo que indicará a causa da queima, que sendo na entrada de energia poderá configurar sobretensão ou sobrecorrente. Confirmando que houve a avaria do equipamento por um dos problemas acima citado, a concessionária tem 15 dias para dar a resposta ao consumidor. Depois tem mais 20 dias para atender a forma escolhida pelo consumidor para ser ressarcido. Ele pode escolher ter o aparelho seja consertado, trocado ou receber o valor equivalente ao produto. Se a pessoa não concordar com o prazo ou com a resposta da concessionária, além de recorrer à Ouvidoria da própria empresa, ela também pode reclamar no órgão de defesa do consumidor. Segundo a resolução da Anel, quando se refere a um equipamento essencial, como uma geladeira, a visita deve ser feita dentro de 24h.

Fartura

Depois do final de semana prolongado, Itacuruçá voltou a viver “dias de fartura”. “Fartava tudo”. Nos pontos de venda, nenhum cigarro. Nas padarias, nenhum pão de massa fina. Nos caixas eletrônicos, nenhuma possibilidade de saque, só saber saldo. Nas torneiras, “fartava” água e, para completar, logo depois das dez da manhã, nem energia elétrica havia.

O fato e a versão

O fato. “A Prefeitura Municipal de Mangaratiba comunica que 160 veículos com som automotivos foram autuados no período de 31 de dezembro de 2015 a 02 de janeiro de 2016, onde cada um receberá uma multa de R$ 574,62. Desejo que todos compartilhem a informação para que esse irresponsáveis tomem ciência que em Mangaratiba a Lei deve ser respeitada.”

A versão (enviada por uma leitora do blog)

Gostaria de saber se possível, porque não chegam as multas dos carros notificados… Nas rodas de papo na praia o assunto é este

Educação

Em Sobral, a 240 km de Fortaleza, as nuvens carregadas passam, mas não param. Castigada pelas secas, baixas colheitas e poucas oportunidades de trabalho, metade da população vive com menos de R$ 310 mensais. Ainda assim, virou referência em ensino. Das 178 escolas públicas de excelência no Brasil, 21 estão lá. As duas piores escolas da rede municipal ficaram com nota 15% maior do que a meta brasileira para 2021. Mas o cenário nem sempre foi assim. A atual diretora do colégio Gerardo Rodrigues, Maria do Socorro Aguiar, conta que no início de sua carreira, há cerca de 30 anos, boa parte dos professores do município ainda assinava com a impressão digital, por não saber ler ou escrever. Eram os chamados professores leigos, que ministravam aulas nas escolas ou nos quintais das casas. Hoje, nenhum professor da cidade pode dar aulas sem ter uma graduação no mínimo. Muitos deles, aliás, já têm cursos de especialização e mestrado. A mudança começou em 2001, quando uma avaliação estadual mostrou que 48% das crianças entre 9 e 10 anos de Sobral não sabia ler nem escrever, e, ainda assim, avançava nas séries, criando uma bola de neve de deficiência na aprendizagem. “Percebemos que dentro das escolas estávamos produzindo analfabetos”, conta o secretário municipal Julio César da Costa Alexandre. Para isso, o Estado articulou uma grande reforma na política educacional focada na produção de materiais didáticos, formação de professores, e planejamento pedagógico. “A ideia é deixar o professor tranquilo e preparado enquanto estiver na sala de aula, sabendo quem são seus alunos, qual o nível da sua turma e o que precisa fazer para avançar. Assim, ele consegue aproveitar de fato as 3 horas e 20 minutos em que estiver dentro da sala”, explica Julio. O investimento municipal em educação tem sido recompensado e hoje o índice de leitores alfabetizados na idade certa chega a 97% dos alunos. Dentre eles, todos conseguem ler textos com ritmo, entonação e, principalmente, compreensão das informações. (Fonte: revista Super Interessante).

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4 respostas em “5 de janeiro de 2016

  1. Uma pergunta ? Todos nós reclamamos da Ampla esta M. de companhia, mas e da VIVO OI, Claro Nextel, ninguém fala nada ? É só acabar a energia que os celulares param de funcionar. Sabem por que ? as antenas não tem mais baterias, só funcionam com eletricidade. kkkk Além de ficarmos cego por falta de luz, ficamos surdos por falta de voz. kkkk Conclusão : tamos é phodidos.

  2. Obrigada professor pela atenção.realmente a cidade ficou um caos este fim de semana…gostaria de saber se o sr. Tem um numero de wat zap para que eu lhe mande foto de coisas absurdas que vemos….como carro estacionado com as quatro rodas em cima do calçadão ao lado quiosque Celio menino impedindo a passagem….abraços.

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