18 de outubro de 2015

Frase do dia

Na condição que se apresenta, você faz o possível ou o melhor? Uma pessoa medíocre se conforma em fazer o possível ao invés de fazer o seu melhor. (Mario Sérgio Cortella, filósofo)

Radar

Nos últimos tempos, o Dnit instalou inúmeros radares na RioxSantos. Os dois últimos foram na entrada de Muriqui e nas entradas de Coroa Grande, reduzindo a velocidade dos veículos, nesses locais, para menos de 50 km/hora. Um morador notou, no entanto, que um dos locais que mais necessitaria do equipamento não foi contemplado, o trevo de Itacuruçá. Assegura ele que, vindo de Itaguaí para Itacuruçá na última segunda-feira, ficou parado vinte e cinco minutos na alça de acesso ao distrito porque, a quantidade e velocidade dos carros descendo nunca permitiam o aparecimento de uma “janela” para a travessia. Observe-se que, mesmo em dias mais tranquilos, depois que o carro faz a última curva em direção à baixada rumo a Coroa Grande, tendo o caminho livre, a velocidade aumenta de forma significativa. Um radar no local marcaria, seguramente, mais de cem quilômetros por hora.

Jeitinho

Conforme já divulgado pelo blog, por determinação judicial os contratados que trabalham na guarda municipal, não podem ser confundidos com os servidores efetivos. Uma informação repassada ao blog dá conta que, na quarta-feira, em reunião do secretário de segurança com os contratados, ficou decidido que eles irão usar uma camisa branca com o símbolo da prefeitura. Continua o leitor: “Mas dá cintura pra baixo irá permanecer como antes. Ou seja , foi dado o “tal jeitinho ” uma vez que vão continuar usando viaturas da GM, calça, cuturno e algema. Foi somente um engana bobo. E sobre as ameaças de cortar a língua dos que testemunharam perante o juiz de que havia contratados na GM , o mesmo advogado que representava o aprovado tomou ciência das ameaças e já entrou com processo no Ministério Público, já que os mesmos estavam perante o Juiz e não poderiam mentir.”

Truculência

Alguém precisa informar aos responsáveis e equipes da guarda municipal e choque de ordem, que exercer o poder de polícia na repressão às irregularidades encontradas não pode e não deve ultrapassar os limites da urbanidade. Ontem, essas equipes estiveram em Itacuruçá reprimindo o comércio de pequenos ambulantes não licenciados. Todavia, não se limitaram a notificar ou, sequer, determinar a retirada do pequeno comércio das ruas. Ao contrário, logo que chegavam, dois ou três vestindo camisas pretas com a palavra “Apoio” nas costas, pegavam os carrinhos de doces ou cocadas ou o que quer que fosse, e o atiravam na caçamba de um caminhão.

Truculência II

Um morador do distrito, fuzileiro naval aposentado, se disse tão indignado com as cenas que assistiu que, em suas palavras, “quase infartou”. Tremendo dos pés à cabeça, ele relatou que só não interferiu para não criar uma cena de grande constrangimento, se tivesse de chegar ao ponto de “enquadrar” quem conduzia a operação. Sua indignação não se devia ao cumprimento da “ordem pública”, mas quanto à forma com que foi feita. Outros dois moradores e comerciantes, regularmente estabelecidos, questionaram se essa repressão também continuará na temporada de verão e, especialmente, no carnaval, quando o distrito costuma ser invadido por vendedores de todos os tipos.

Truculência III

Já dizia Orson Welles em seu livro “1984”, que no “mundo novo”, todos os bichos eram iguais, mas alguns “mais iguais que outros”. Pois, a máxima se confirmou. Por volta do meio dia, quando o caminhão que estava a recolher as barraquinhas irregulares parou em uma rua da Brasilinha para “devolver” um equipamento apreendido, uma barraquinha de metal que, provavelmente, venderia cocadas. Não se sabe se outras também foram devolvidas. O que se sabe é que essa em questão pertencia a um sargento da polícia militar.

Mão na bola

O tenente Jack Houser, chefe da investigação do caso de corrupção da FIFA na América, confirma que a organização auxiliou na reeleição de Dilma Rousseff, atual presidente do Brasil. Segundo o oficial, a Copa do Mundo de Futebol de 2014 só foi realizada no Brasil porque o governo do PT fez um acordo com a FIFA para que ambos saíssem lucrando: a organização futebolística lucraria com a isenção de impostos e a rede de apostas nos jogos (todos comprados), enquanto o partido receberia apoio financeiro para a reeleição da atual presidente. (Fonte: New York Times)

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2 respostas em “18 de outubro de 2015

  1. Prof. Lauro meus sentimentos pela passagem de seu irmão.
    Gostaria de ter uma resposta ao meu comentário sobre a condenação do ex Prefeito Charlinho, será que tem algum problema de constrangimento do Sr. falar sobre o assunto uma vez que o sr. foi candidato pelo partido da ex Deputada.

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