11 de setembro de 2015

Frase do dia         

Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes, mesmo quando não há rios. (Nikita Krushev)

Segue o trem

Começou na quarta-feira a fase de depoimentos das testemunhas arroladas no processo que envolve o ex-prefeito Capixaba e mais quarenta e três pessoas. Nos últimos dois dias, foram realizadas oitivas de testemunhas, ciclo que se completa hoje e na próxima semana com mais algumas audiências.

Segue o trem II

A mão de ferro da desembargadora Gizelda Leitão pesou, mais uma vez, sobre o ex-prefeito. Alegando excesso de prazo de sua prisão, seus advogados entraram com petição pedindo sua soltura. Na tarde de ontem, o despacho da desembargadora negando o pedido asim se pronunciou: “Como afrontar os moradores da pacata Mangaratiba com o retorno do requerente às ruas da cidade? Acreditariam eles no prestígio e na força coercitiva do judiciário? De certo que não. Ademais, bem evidenciada a ausência de elementos probatórios idôneos e novos a justificar a pretendida revogação da custódia preventiva.”

Segue o trem III

Diz ela em outro trecho: “Vale lembrar que a manifestação do MP, no particular, foi no sentido de indeferirem-se os pedidos de revogação da custódia preventiva e aquele de sua substituição por medidas cautelares que aqui se mostram absolutamente incompatíveis com as condutas atribuídas pelo órgão de acusação ao requerente; respeitados estão os prazos legais; a marcha processual está em pleno andamento e o feito caminha para rápido desfecho.”

Batendo o martelo

A conta de tais motivos, INDEFIRO O PEDIDO DE REVOGAÇÃO DA CUSTÓDIA PREVENTIVA e o PEDIDO DE SUBSTITUIÇÃO DA CUSTÓDIA POR MEDIDA CAUTELAR ALTERNATIVA, porque não atende às finalidades visadas com a restrição da liberdade do requerente. 10 de setembro de 2015. Desa Gizelda Leitão.

Sentindo na pele

Membro atuante do conselho municipal de saúde, o Paulo Fabrício Nigro experimentou, na semana passada, na própria pele, aquilo que ele já sabia por conta de depoimentos e denúncias quanto à saúde no município. O depoimento é dele, em uma rede social: “O que ocorreu foi o seguinte. Na terça feira passada, dia 08, em torno das 19 horas, senti os sintomas característicos da pressão arterial alta. Ao chegar no Posto fui bem recebido pelas atendentes que me encaminharam para o atendimento imediato pela Dra. Bianca. Medida a pressão foi visto que estava em 190X110 mHg. Fui medicado e foi feito um hemograma. Tempos depois, foi feito nova medição e constatado que a pressão continuava alta e resistente. Como sou diabético, perguntei sobre a realização de um teste da glicemia. Fui informado de que não havia fita para o exame ser realizado. Havia apenas uma que uma paciente esqueceu quando foi fazer seu exame. Mas, que seria usado para minha avaliação. Como estava com dor no peito e nas costas e como sou cardiopata, perguntei se poderia ser feito um eletrocardiograma. Sei que às vezes, em caso de infarto agudo, o equipamento não detecta de imediato e que o indicado seria verificar a situação das enzimas cardíacas – ck, ckmb e, caso alteradas, eu seria enviado para o hospital para ser avaliada a troponina. Este exame só é realizado no hospital. Foi quando, durante uma nova avaliação da minha pressão arterial, se verificou que a pressão estava em 173.3 X 80. Ao olhar para o manômetro vi que estava descalibrado. Mostrei ao médico que resolveu conferir o resultado com outro aparelho. Vi que o manômetro também estava descalibrado. O resultado foi 160 X 90. Terceiro aparelho foi solicitado. Manômetro descalibrado. Medição 170 X 100. Resultado. Sem meios de avaliar meu estado, e me sentido melhor, cerca das 21:30, solicitei minha alta, pois estava me estressando com tanta coisa irregular. Ao chegar em casa e usando o meu aparelho, devidamente calibrado, constatei que a minha pressão estava 141 X 75. Isto é, a pressão foi avaliada no posto com 3 equipamentos com defeito. Tanto na minha entrada no posto quanto durante as avaliações pós medicamentos. E aí? Essa é a Saúde que merecemos?” (Paulo Fabrício Nigro)

Regras do jogo

A Câmara aprovou nessa quarta-feira o parecer do relator ao substitutivo do Senado para o projeto de lei da minirreforma eleitoral, ressalvados os destaques apresentados pelos partidos, que podem pedir a votação em separado de pontos aprovados ou rejeitados pelo relator. Entre os pontos com parecer contrário de Rodrigo Maia destacam-se a proibição de pagamento por cabos eleitorais, a proibição de doações de empresas a partidos políticos, a nova regra de fidelidade partidária, e a proibição de contratação de empresas de pesquisa se elas tiverem trabalhado para candidatos anteriormente.

Filiação partidária

Câmara manteve a redução para 6 meses de prazo de filiação antes das eleições rejeitando o destaque que pretendia manter o prazo mínimo de um ano antes das eleições para a filiação do candidato ao partido pelo qual concorrerá. Assim, prevalece o texto da Câmara, que diminui de um ano para seis meses o prazo de filiação partidária antes das eleições e mantém o prazo de um ano de domicílio eleitoral antes do pleito.

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