09 de abril de 2015

Frase do dia

Não subestime ninguém. Trate sempre com respeito. A vida é uma dança de cadeiras; num dia sentado, no outro de pé. (Fabrício Carpinejar)

Morde e sopra

Depois que a conta de luz relativa a março chegou, assustando todos os consumidores, a Aneel decidiu que para as 2,5 milhões de unidades consumidoras da Ampla, em 66 municípios do Rio de Janeiro, o novo percentual aprovado para os consumidores residenciais caiu de 34,95% para 30,25%.

Viajando na maionese

O delírio dos que pretendem arrastar o Chalinho e a Andréia para o mar de lama que acontece em Mangaratiba chegou ao auge ontem. Em uma postagem no facebook, já “nomearam” o Marcelo Tenório como secretário do meio ambiente, o Sidinho como procurador do município e o Nelson Donato como secretário de transportes. A pergunta que se impõe, de verdade, é sobre quem é a difusora dessas “marmotas”, vista nas redes sociais como “Juçara Campos”, um “fake” que não mostra quem realmente é.

Em pé de guerra

O município vizinho de Itaguaí vive dias bastante complicados por conta da presença de traficantes e milicianos. Ontem, mais uma vez, houve confronto Nas proximidades do trevo de acesso à Rio Santos, no “Cação”. Mais para o centro da cidade, viaturas policiais faziam bloqueios e blitzes.

A casa caiu

Por quatro votos a três, o Tribunal Superior Eleitoral cassou na noite de terça-feira o mandato de Antônio Francisco Neto e Carlos Roberto Paiva, prefeito e vice-prefeito de Volta Redonda. Antônio Francisco Neto foi acusado de abuso de poder político e econômico na campanha de 2012, por veiculação de propaganda institucional no site da prefeitura, em outdoors, placas e faixas pela cidade, durante os três meses que antecedem o dia da votação, período proibido pela legislação eleitoral. Antônio Franciso Neto começou a carreira política na década de 80 como deputado estadual sendo eleito três vezes seguidas para a Assembleia Lesgilativa. Em 1996 foi eleito para o primeiro mandato como prefeito de Volta Redonda. Foi reeleito e quatro anos depois retornou à prefeitura, sendo mais uma vez reeleito, dessa vez em segundo turno. A lei eleitoral prevê que o presidente da Câmara, Paulo Conrado, assuma a prefeitura a partir da notificação de Neto. Em seguida, a legislação prevê a posse de Jorge de Oliveira, o Zoinho, segundo colocado na eleição de 2012.

A lama escorre

A investigação da Polícia Federal sobre o esquema de corrupção que seria chefiado pelo prefeito afastado de Itaguaí, Luciano Mota, descobriu R$ 7 milhões numa conta bancária em nome de um laranja. O valor foi bloqueado pela Justiça Federal a pedido da PF. Há indícios de que o dinheiro teria sido desviado de repasses de royalties recebidos pelo município. A cifra foi descoberta a partir da análise de documentos e arquivos de computadores apreendidos por agentes da PF na Operação Gafanhotos. A conta está em nome de um dos sete laranjas usados no esquema de corrupção que, nos últimos dois anos, fechou contratos milionários sem licitação com 15 empresas, algumas de fachada. De acordo com a PF, a TriStars encabeçava a lista de empresas. Criada em dezembro de 2012, um mês antes de Luciano Mota tomar posse à frente da administração municipal, a empresa ganhou em regime de urgência um contrato de R$ 30 milhões anuais para realizar o serviço de limpeza urbana na cidade. As investigações revelaram que, na época, a companhia nem sequer tinha maquinário necessário à prestação do serviço. Por isso, ela subcontratou outra firma. (Fonte: Jornal Extra)

Rainha da Inlaterra

Depois de demitir Cid Gomes do Ministério da Educação, o deputado Eduardo Cunha ensinou a Dilma Rousseff que é dele a última palavra sobre mudanças no primeiro escalão que envolvam o PMDB. Na última segunda-feira, sem pedir licença ao presidente da Câmara, a presidente da República resolveu transferir Eliseu Padilha do Ministério da Aviação Civil para a Secretaria de Relações Institucionais, nominalmente chefiada pelo companheiro Pepe Vargas. Como Eduardo Cunha vetou a dança das cadeiras, Padilha fingiu preferir continuar onde está. Pepe, saindo ou ficando, continuará onde sempre esteve: em lugar nenhum. Desconcertada, Dilma rebaixou o vice-presidente Michel Temer a articulador político do governo para fazer o que deve ser feito pelo secretário de Relações Institucionais.  Temer só subiu a bordo porque Eduardo Cunha endossou a mudança. O deputado, que já demitiu um e vetou a promoção de outro terá, na prática, nomeado um ministro. Não falta mais nada para a Proclamação da República Parlamentarista do Brasil. (Augusto Nunes – Revista Veja)

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