2 de novembro de 2014

Frase do dia

Nenhum homem é rico o bastante para comprar seu passado, nem tão pobre que precise vender seu futuro. (Antônio Goulart)

Calor e invasão

O sábado de sol forte trouxe de volta os mesmos velhos problemas do município, bem como a falta de ação do poder público. Além das vans “piratas” e do estacionamento irregular, em alguns pontos do distrito faltou água.

Defesa do consumidor

As prestadoras de internet terão de garantir, a partir de ontem, 80% da velocidade média contratada pelo consumidor, conforme cronograma estabelecido há dois anos pela Agência Nacional de Telecomunicações, segundo informações da Agência Brasil. Em 2012, a velocidade média entregue deveria ser de 60% do contratado, passando a 70% no ano seguinte, com velocidade instantânea mínima inicialmente estipulada em 20%, porcentual que subiu para 30% e agora deverá ser de 40% pelas regras da Anatel. A velocidade instantânea é apurada no momento de utilização da internet pelo usuário. Antes da determinação da Anatel, a velocidade entregue aos usuários ficava em torno de 10% da contratada pelos consumidores. (Agência Estado)

Uma semana depois

Segundo matéria do jornal “Valor”, diante da aparente disposição de fazer um ajuste fiscal “violentíssimo”, como expressou uma alta fonte oficial, Dilma espera contar com a participação do ex-presidente Lula para acalmar as lideranças dos sindicatos e dos movimentos sociais. A tesoura que vai cortar os gastos não poupará ninguém, e o governo promete que “todos” vão pagar a conta do ajuste fiscal que está sendo prometido. Como disse a própria Dilma na campanha e em debates, se era para fazer o ajuste e o arrocho, por que não fez antes? Por que esperou passar as eleições?

Uma semana depois II

O governo Dilma Rousseff gastou além de sua arrecadação pelo quinto mês consecutivo, e o Tesouro Nacional agora acumula até setembro um deficit inédito em duas décadas. O governo continua gastando muito, e mal. Apesar de cobrar impostos elevados, os serviços públicos oferecidos são escassos e de péssima qualidade (educação, segurança e saúde). A administração pública não consegue economizar para pagar os juros da dívida e ainda se vê obrigada a subir a taxa de juros, para combater a inflação que é fruto dos seus gastos excessivos. (Senador Álvaro Dias)

Uma semana depois III

A juíza Alessandra Fernandes e Castro, da 15ª Vara Federal do Rio, determinou que o BNDES entregue, em 30 dias, ao MP federal os documentos sobre o empréstimo feito para a construção do Porto Mariel, em Cuba. Determinou também que o banco forneça documentos de outros empréstimos para serviços em Angola.

Uma semana depois IV

A primeira semana depois da eleição, apesar das derrotas de Dilma no Congresso, ou por causa delas, revela que nada vai mudar em termos de relacionamento do governo com sua base parlamentar. Traduzindo: a lambança continuará. Os partidos que apoiam a presidente demonstraram pretender conservar fatias de poder, ministérios e sinecuras, para continuar votando com o palácio do Planalto. Como sinal de que não estão brincando, infringiram significativas derrotas ao governo, da rejeição da proposta do plebiscito para a reforma política à não aprovação do decreto que cria os conselhos populares e, de tabela, a convocação do ministro Edison Lobão à Comissão de Agricultura. Mais a sedimentação da candidatura de Eduardo Cunha a presidente da Câmara. Durou pouco o sonho de mudanças. Será assim ou pior caso a presidente não se comprometa a fatiar o novo ministério entre PMDB, PR, PDT, PTB e penduricalhos menores. Exatamente como aconteceu nos últimos quatro anos, apesar da desmoralização e do desgaste que essa operação de compra a venda causa ao governo. Sem falar na geração da ineficiência administrativa e nas suspeitas de corrupção. Em suma, uma semana bastou para que a presidente caísse na real e mandasse avisar seus aliados de que nada vai mudar e que eles continuarão sócios privilegiados, se garantirem maioria para os projetos e interesses oficiais no Congresso. Sendo assim podemos esperar para breve a designação de novos ministros e altos funcionários saídos da mesma fonte geradora de escândalos e ineficácia de sempre, os seus partidos. Dilma caiu na armadilha disposta à sua frente quando da primeira posse. Se agora tentou libertar-se, foi apenas durante o discurso de agradecimentos pela reeleição, na noite de domingo. Logo percebeu sua condição de prisioneira das mesmas forças parlamentares que envergonham as instituições nacionais. Submeteu-se. (Carlos Chagas – jornalista)

Estacionamento

Alguns chegaram a imaginar que o veículo abaixo teria capotado na via de saída de Itacuruçá. Se capotou, foi em outro local. Ele foi trazido nessa posição, na manhã de ontem, por um caminhão guincho. No fim da tarde o proprietário esteve no local com alguns amigos, desvirou-o e levou embora rebocado.Foto0069[1]

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2 respostas em “2 de novembro de 2014

  1. Cada um sabe dos seus limites , o que não me impede de estar muito triste e um pouco decepcionado de não contar com Joaquim Barbosa no Petrolão que se avizinha .
    A atual composição do Supremo me parece capaz de digerir pedra-desde que seja petista.
    Sergio Moro está resistindo às porradas ,até agora , da canalhada petista.
    Parece que o cara é imaculado e imaculável(um currículo inatacável).
    A “HERANÇA MALDITA”tá rolando com tudo.
    E nóis pagando,né Zé???
    Oposição nas ruas(SP),me incha as esperanças…

  2. “Eduardo Cunha propõe parceria aos oposicionistas na Câmara: ‘Fora PT”
    VEJA(odiada por 13 em 10 petistas)
    Sai Henrique Eduardo Alves e entrará Eduardo Cunha.
    Mal do nome???

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