15 de outubro de 2014

Frase do dia

Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro. (D. Pedro II)

Dia do professor

Para universalizar o direito à educação pública de qualidade, o Brasil precisa fazer o básico: tratar o professor como um profissional, respeitando-o como um profissional e, a partir daí, exigindo dele o que se exige de um profissional. Soluções baseadas na descoberta de variáveis mágicas, falsamente determinantes para a qualidade da educação, continuarão a afastar o Brasil do caminho racional e concreto. É preciso encarar com seriedade e honestidade a valorização dos profissionais da educação. (Daniel Cara em: Valorizar o professor, a lição que nunca fizemos)

Dia do professor II

No ano passado, o instituto Gallup, dos Estados Unidos, fez uma pesquisa investigando as razões para o sucesso de jovens que se destacavam em suas carreiras. A mais importante delas: quase todos os entrevistados relataram, ao longo de suas vidas, terem estudado com ao menos um ou dois professores que atuaram como mentores e os apoiaram a ir em busca de suas aspirações. Há muitos professores no Brasil que nesta semana, ao comemorarem seu dia, poderão se orgulhar da conquista do maior prêmio de suas carreiras: terem transformado vidas.

Depois das eleições

Uma semana depois que o deputado federal Marcelo Matos foi eleito, o prefeito de São João de Meriti, Sandro Matos, demitiu, na segunda-feira, cerca de três mil servidores contratados do município e extinguiu onze secretarias. Sua alegação é que, dessa forma, conseguirá diminuir o número de profissionais necessários e garantir a continuidade dos projetos sociais. Chama atenção o fato de que até mesmo os secretários, seus principais homens de confiança, terem sido demitidos. Em meio às justificativas e promessas de dias melhores, mais de cem de ex-empregados do município realizaram protesto ontem de manhã, em frente à sede da prefeitura. Desesperados, muitos diziam não saber o que fazer diante do desemprego que veio seguido de, pelo menos, dois meses de atrasos salariais.

Guerrilhas da campanha

– Em 2010, Dilma Rousseff prometeu para todos os brasileiros que iria fazer um trem-bala ligando São Paulo e o Rio de Janeiro. Passaram-se quatro anos e a obra que iria ficar pronta antes da Copa do Mundo de 2014, não saiu.

– A Folha de S. Paulo decidiu sair da organização do debate presidencial que estava preparando em conjunto com o SBT, UOL e rádio Jovem Pan. A decisão foi tomada após a campanha da presidente Dilma Rousseff anunciar que não aceitaria a presença de jornalistas fazendo perguntas aos candidatos.

– Por recomendação do marqueteiro e modista João Santana, Dilma substituiu o vermelho pelo verde ou pelo azul, tentando transmitir a candura de Alice no País das Maravilhas. Faz sentido. Mas ficou parecendo tucana. (Diário do poder)

– A manobra deu certo, e a farsa do ebola ocupou as manchetes, em lugar da roubalheira da Petrobras detalhada pelos delatores. O africano adorou viajar e comer de graça. O que ele tinha era desnutrição aguda. (Diário do poder)

Fogo amigo

Uma mulher entra num açougue e pede um quilo de carne. O atendente entrega uma cartela de ovos. Sem entender nada, a mulher reforça: “Mas eu pedi carne!”. O atendente diz que o governo pediu que a população trocasse carne por ovo para reduzir a inflação: “A senhora vai trocar a carne pelo ovo?”. Ela reage: “Não, vou trocar de governo”. Desde a semana passada, a propaganda tem sido repetida à exaustão pelo candidato Aécio Neves para atacar sua adversária petista, a presidente-candidata Dilma Rousseff. A peça foi produzida depois da frase infeliz do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, sugerindo alternativas para fugir da alta de alguns preços: trocar carne por ovos ou frango.

A volta do cipó

Dizia a música dos anos setenta: “é a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar.” Ou diz o ditado dos tempos bíblicos: “Quem com ferro fere, com ferro será ferido”. Assim disse o ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência, Gilberto Carvalho: “Atravessamos um momento delicadíssimo da nossa campanha. Plantou-se um ódio enorme em relação a nós. Eu não sei o que foi aquilo. Em São Paulo, estava muito difícil andar com o broche ou a bandeira da Dilma. Em Brasília, a cidade estava amarela, sem vermelho. O ódio tem sido construído com a gente sendo chamado de ladrão. Com frequência, a gente vem sendo chamado com desprezo. Estamos sendo chamados de um grupo de petralhas que assaltaram o governo”.

Recado aos paisEducação

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